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A tentativa desesperada da extrema-direita brasileira de instrumentalizar a política externa dos Estados Unidos para obter vantagens eleitorais domésticas fracassou rotundamente diante da opinião pública nacional. O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) apontou que a manobra da família Bolsonaro de se aliar ao presidente norte-americano Donald Trump e comemorar o massacre de tarifas contra a economia brasileira gerou um forte efeito reverso. A população percebeu com clareza o jogo sujo da oposição, que buscou criar crises internacionais justamente no momento em que os articuladores da tentativa de golpe de Estado enfrentavam o devido julgamento no Supremo Tribunal Federal.
Os dados recentes do instituto Datafolha confirmam a percepção do eleitorado, revelando que expressivos 52% dos brasileiros avaliam que as medidas tarifárias impostas por Trump têm como objetivo direto favorecer a agenda política de Flávio Bolsonaro. Diante do ataque à soberania nacional, a narrativa patriótica defendida pelo Palácio do Planalto saiu amplamente vitoriosa no debate público. Enquanto 34% dos entrevistados dão total razão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na condução da resposta governamental, apenas 26% alinham-se ao entreguismo defendido pelo clã Bolsonaro. Lindbergh destacou que o atual governo conseguiu resgatar o verdadeiro sentido da identidade e da bandeira nacional, deixando evidente para o povo a diferença entre defender o Brasil e defender interesses espúrios de grupos políticos no exterior.
Além do fracasso da submissão aos interesses estadunidenses, a oposição também colhe rejeição ao tentar trazer o radicalismo internacional para interferir no cenário interno. A participação do presidente argentino, Javier Milei — que ostenta uma reprovação superior a 60% em seu próprio país —, em eventos partidários da extrema-direita em solo brasileiro foi duramente criticada pelo parlamentar petista. Lindbergh denunciou que, além de provocar uma crise diplomática desnecessária com ataques verbais descabidos, a presença ativa do mandatário argentino na convenção da oposição configura uma afronta direta à legislação nacional, uma vez que o Código Eleitoral Brasileiro proíbe categoricamente a interferência e a participação de estrangeiros em atos de campanha e deliberações partidárias.
Esse cenário de embates deixa claro o abismo entre os dois projetos políticos que disputam o futuro do país. De um lado, uma oposição sem voto e isolada, que busca sustentação na subserviência a lideranças da extrema-direita global. Do outro lado, o governo Lula, que aposta firmemente no fortalecimento do mercado interno, na ampliação de parcerias multilaterais equilibradas e na preservação inegociável da autonomia e da soberania do país. O parlamentar reiterou a confiança de que o Brasil pertence ao seu povo e que, enquanto os adversários dependem de favores e pressões externas para tentar sobreviver politicamente, o projeto progressista caminha de braços dados com a classe trabalhadora e com os anseios da sociedade brasileira.
Com minformações do X
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