Estadão ataca direitos trabalhistas de servidores públicos

Portal Plantão Brasil
28/3/2016 20:46

Estadão ataca direitos trabalhistas de servidores públicos

Jornalão que apoiou a Ditadura e que conta com o Impeachment de Dilma, quer que com o Impeachment direitos de servidores públicos estaduais, municipais e federais sejam revisados e cortados.

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Mídia Popular.net



Da Redação / Imagem: You Tube



O jornalão o Estado de São Paulo (Estadão) é um dos principais articuladores do golpe de Estado que visa derrubar a presidenta Dilma e atacar direitos democráticos consagrados no Brasil.



Em matéria de 26.02 (sábado), esse órgão pôs o Dr. Marcos Mendes (economista e Consultor Legislativo do Senado) para atacar duramente os direitos dos servidores públicos federais, estaduais e municipais de todo o país. Ele destacou que os professores arrebentam com os prefeitos e governadores.



A fala desse economista, na prática, expressa uma das saídas que o PSDB e demais golpistas sempre apresentam para resolver os problemas nacionais. Ou seja, suprimir direitos trabalhistas para que sobre mais dinheiro para pagar a eterna dívida pública junto a banqueiros e grandes empresários.

Veja alguns trechos:



"Servidores têm muitos direitos e poucos deveres".



"O funcionário público tem o direito de se associar em sindicato, de fazer greve, mas não há uma lei de greve clara".



"Servidor não pode ser demitido, porque a lei garante estabilidade. Assim, tem o benefício de conseguir salários muito acima dos da iniciativa privada".



"O funcionalismo consegue fazer greve o tempo todo. Prefeitos e governadores são reféns do funcionalismo".



"Uma greve de professores de 90 dia arrebenta com qualquer prefeito, qualquer governador".



"No setor privado, se o cara enrolar muito, é demitido. No público, ganha até perdão para receber os dias parados, mesmo quando a greve é considerada ilegal".



Marcos Mendes diz também que é preciso mudar a lei para que seja retirada a estabilidade do funcionalismo, para que se possa demitir com mais rapidez os servidores hoje estáveis, uma vez que são 'obsoletos'. Na opinião do economista a favor do golpe, os professores novos e os comissionados são os que 'trabalham de verdade'.



Por fim, o articulista pró-golpe opina que é preciso desmobilizar os sindicatos para que tais medidas sejam implementadas. Neste particular, atacou a Central Única dos Trabalhadores-CUT.



Matéria completa no estadão:



http://files.midiapopular.net/200000324-cf3d0d0347/estad%C3%A3oentrevista.jpg



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