Na reta final, Flávio Bolsonaro tenta afastar medo de entrega de estatais
Em debate na TV Globo, o candidato Flávio Bolsonaro negou planos de vender a Petrobras, a Caixa e o Banco do Brasil, prometendo também manter o poder de compra dos aposentados.

Foto: Flávio Bolsonaro Crédito: Reprodução/JN · Original e licença
Durante o último confronto televisivo antes da votação do segundo turno, marcado para este domingo (25), o senador Flávio Bolsonaro (PL) buscou conter o desgaste eleitoral sobre o futuro das empresas públicas. Ao ser confrontado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato do PL garantiu que não está nos seus planos a venda da Petrobras, da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil.
O parlamentar aproveitou a oportunidade para rebater as críticas do atual chefe do Executivo, classificando como boatos as informações sobre uma possível entrega dessas companhias ao setor privado. Além de tentar blindar sua imagem em relação ao patrimônio público, o senador assegurou que, caso seja eleito, manterá a política de reajuste das aposentadorias atrelada às variações do salário mínimo.
O embate na TV Globo expôs as visões distintas sobre o papel do Estado na economia brasileira a apenas dois dias da decisão nas urnas. Enquanto Lula questionou a postura do adversário, Flávio Bolsonaro tentou se distanciar de pautas liberais radicais que geram resistência entre o eleitorado mais popular.
Em resumo: - Flávio Bolsonaro afirmou que não venderá a Petrobras, a Caixa e o Banco do Brasil. - O candidato se comprometeu a manter o reajuste das aposentadorias vinculado ao salário mínimo. - As declarações foram feitas durante o debate da TV Globo, a dois dias do segundo turno das eleições.
Fonte: Brasil 247

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