SUS dá salto histórico no combate ao câncer com investimento bilionário de Lula
Governo federal destina R$ 2,2 bilhões para ampliar acesso a medicamentos de alto custo, cirurgias robóticas e reconstrução mamária em todo o país.

Foto: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Foto: Ricardo Stuckert / PR · Original e licença
O Sistema Único de Saúde (SUS) vive um momento de transformação no tratamento oncológico. Em visita ao Hospital de Amor, em Barretos (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de investimentos de R$ 2,2 bilhões, marcando a maior entrega da história da rede pública para o combate ao câncer. A medida visa destravar o acesso a terapias que, embora aprovadas, aguardavam há mais de uma década para chegar aos pacientes.
O aporte financeiro viabiliza a criação de uma nova tabela de financiamento para 23 medicamentos oncológicos de alto custo, ampliando em 35% a oferta de fármacos na rede pública e beneficiando cerca de 112 mil pessoas. Entre as inovações, destaca-se o financiamento inédito de cirurgias robóticas oncológicas pelo SUS, com foco inicial no tratamento de câncer de próstata, além da ampliação do acesso à reconstrução mamária para todos os casos de mutilação, superando a limitação anterior que restringia o procedimento apenas a sequelas diretas do câncer.
Além da assistência direta, o governo federal reforçou a infraestrutura tecnológica com o anúncio da compra de até 80 aceleradores lineares, o que deve elevar em 25% a capacidade de radioterapia no país em um ano. O Hospital de Amor, referência no setor, receberá R$ 129 milhões para fortalecer suas atividades, incluindo a construção de um novo Centro de Pesquisa Clínica e Cirurgia Robótica e a implementação de uma rede de cibersegurança para integrar unidades de saúde em diferentes estados.
Em resumo
- Investimento de R$ 2,2 bilhões para ampliar o acesso a 23 medicamentos de alto custo e tecnologias de ponta.
- Inclusão do financiamento permanente de cirurgias robóticas e ampliação da reconstrução mamária no SUS.
- Aquisição de 80 aceleradores lineares para expandir a oferta de radioterapia em 25%.
Fonte: Revista Fórum

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