Trump admite ter autorizado entrada de Flávio Bolsonaro nos EUA
Presidente dos Estados Unidos confirma aval para o senador brasileiro e comenta sobre o paradeiro do parlamentar em meio a desdobramentos políticos.

Foto: Donald Trump Crédito: REUTERS/Jonathan Ernst · Original e licença
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na madrugada desta quarta-feira (28) que autorizou a entrada do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em território americano. A declaração foi feita a jornalistas na base aérea de Andrews, logo após o retorno de Trump de uma agenda de campanha no Texas.
Ao ser questionado sobre a localização do parlamentar, o líder americano afirmou ter recebido informações de que Flávio estaria na Argentina, embora tenha ressaltado não ter certeza sobre o paradeiro atual do senador. O registro da fala foi compartilhado pelo jornalista Sam Pancher nas redes sociais.
A movimentação em torno do senador ocorre em um momento de pressão jurídica no Brasil. Segundo apuração da CNN, assessores de Trump já tinham conhecimento, desde a última segunda-feira (26), de que o parlamentar possuía um prazo de 24 horas para entregar seus passaportes às autoridades brasileiras. O governo americano sinalizou positivamente para o ingresso de Flávio no país, embora não tenha sido confirmada qualquer comunicação direta entre o presidente dos EUA e o senador antes da viagem.
Durante a conversa com a imprensa, Trump aproveitou para tecer críticas ao processo eleitoral brasileiro, que resultou na vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo (25). O republicano classificou o pleito como "muito estranha", embora tenha negado apoio formal a qualquer um dos candidatos brasileiros.
Em resumo
- Donald Trump confirmou ter autorizado a entrada de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos.
- O presidente americano afirmou ter ouvido relatos de que o senador estaria na Argentina.
- O governo dos EUA tinha ciência de que o parlamentar deveria entregar seus passaportes à Justiça brasileira.
- Trump aproveitou a ocasião para questionar a lisura das eleições brasileiras vencidas por Lula.
Fonte: Brasil 247

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