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MPT exige multa da Meta e fim da perseguição a trabalhadores petistas

Justiça é acionada contra a Meta após bolsonaristas orientarem demissão de eleitores do PT

Em uma reação firme e exemplar contra a escalada do assédio eleitoral promovido por setores extremistas, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com uma ação civil pública contra a Meta — proprietária do Instagram, Facebook e WhatsApp. O órgão exige a remoção imediata, em até 24 horas, de todas as publicações que incitem empresários a vigiar, expor, constranger ou demitir trabalhadores por conta de sua opção política. A ação impõe uma cobrança de R$ 50 milhões por danos morais coletivos e prevê multa diária de R$ 500 mil por conteúdo mantido no ar.

A medida do MPT responde à onda de VINGANÇA E PERSEGUIÇÃO deflagrada por empresários, influenciadores e parlamentares derrotados nas urnas. O levantamento do MPT aponta que, em poucas horas, o órgão recebeu mais de 1.400 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Publicações em perfis verificados acumulavam milhões de curtidas incentivando patrulha nas redes sociais de funcionários e comemorando demissões sumárias de eleitores do campo progressista.

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A peça assinada pelo procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, e por procuradores estaduais é categórica ao apontar a conivência e a cumplicidade da Meta. Para o MPT, a plataforma não apenas foi omissa ao manter postagens ilegais no ar, como lucrou e amplificou o alcance do crime por meio de seus algoritmos e recomendações automáticas (Reels e aba Explorar). A ação exige ainda a suspensão por 30 dias de contas reincidentes, desativação definitiva em caso de persistência e a exibição obrigatória de alertas contra a discriminação política para todos os usuários brasileiros.

A ofensiva do Ministério Público do Trabalho deixa claro que o Brasil restabeleceu o império da lei e não tolerará abusos do poder econômico contra a classe trabalhadora. O assédio e o terrorismo psicológico praticados por patrões golpistas e facilitados pelas Big Techs receberão a devida resposta nos tribunais, garantindo a liberdade, a dignidade e a soberania do voto popular.

Fonte: DCM

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