Lula avalia nome de Cinara Wagner Fredo para comando inédito no Ministério da Defesa
Atual secretária-geral da pasta, Cinara Wagner Fredo é cotada para ser a primeira mulher a chefiar o Ministério da Defesa no próximo governo Lula.

Foto: Cinara Wagner Fredo, atual secretária-geral do Ministério da Defesa, é cotada para assumir o comando da pasta no quarto mandato do presidente Lula Crédito: Divulgação · Original e licença
As articulações para a composição do quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trouxeram à tona um nome que pode marcar a história da segurança nacional brasileira. Cinara Wagner Fredo, atual secretária-geral do Ministério da Defesa, surge como uma das alternativas avaliadas para assumir a pasta, em uma indicação que conta com o respaldo do atual ministro, José Múcio Monteiro.
Caso o presidente opte por sua nomeação, Cinara será a primeira mulher a comandar o ministério desde a sua criação, em 1999. A pasta é responsável pela coordenação das Forças Armadas e pela interlocução direta entre o governo federal e os comandos militares, sendo um dos postos mais estratégicos da Esplanada.
A trajetória de Cinara é marcada por uma sólida experiência na administração pública federal, com passagens por órgãos como a Secretaria de Governo Digital e os ministérios da Cidadania e da Previdência Social. Além de ser graduada em Direito e mestre em Administração Pública pela FGV, ela possui especialização em Política, Estratégia e Altos Estudos em Defesa pela Escola Superior de Guerra.
Embora o nome de Cinara ganhe força nos bastidores, conforme reportado pelo jornal O Estado de S. Paulo, a decisão final sobre a chefia da Defesa permanece sob responsabilidade exclusiva do presidente Lula, que ainda define os nomes que comporão sua equipe ministerial.
Em resumo
- Cinara Wagner Fredo é cotada para ser a primeira mulher a chefiar o Ministério da Defesa.
- A indicação conta com o apoio do atual ministro, José Múcio Monteiro.
- A candidata possui formação em Direito e especialização em Defesa pela Escola Superior de Guerra.
Fonte: Brasil 247

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