Política

Nos bastidores, nome de Dilma ganha força para retornar ao comando de Minas e Energia

Ex-presidente e atual chefe do Banco dos BRICS, Dilma Rousseff é cotada para reassumir o Ministério de Minas e Energia no futuro governo Lula.

Foto: Lula e Dilma Rousseff Crédito: Ricardo Stuckert · Original e licença

O cenário político para o quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa a ganhar contornos, com movimentações estratégicas no primeiro escalão. Segundo informações divulgadas pela newsletter Poder Drive, do portal Poder360, a ex-presidente Dilma Rousseff surge como um nome cotado para assumir o Ministério de Minas e Energia.

Atualmente, Dilma preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco dos BRICS. A ex-presidente já sinalizou o desejo de retornar ao Brasil, o que abre caminho para uma possível reincorporação à equipe ministerial. Vale lembrar que ela esteve à frente da mesma pasta entre 2003 e 2005, durante o primeiro governo Lula, período que antecedeu sua ida para a Casa Civil.

A eventual indicação de Dilma coloca em xeque a permanência de Alexandre Silveira, atual titular da pasta. Embora Silveira, que não possui mandato parlamentar no momento, tenha manifestado o interesse em seguir no cargo, a disputa interna promete ser um dos pontos centrais nas articulações de Lula para a montagem de sua nova equipe.

O processo de definição ministerial ainda está em fase inicial. De acordo com a apuração, o presidente deve adotar cautela e levar tempo para bater o martelo sobre a composição final de seu governo.

Em resumo

  • Dilma Rousseff é cotada para o Ministério de Minas e Energia no próximo governo Lula.
  • A ex-presidente, que comanda o Banco dos BRICS, já chefiou a pasta entre 2003 e 2005.
  • O atual ministro, Alexandre Silveira, busca a permanência no cargo, mas enfrenta concorrência interna.

Fonte: Brasil 247

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaServidores municipais confessam ameaça de envenenar água de indígenas após vitória de Lula