Governo Milei desmente rumores sobre paradeiro de Santiago Peña após renúncia no Paraguai
O governo argentino negou a entrada do ex-presidente paraguaio em seu território, enquanto o Paraguai enfrenta um processo de impeachment e crise bancária.

Foto: Santiago Peña, presidente do Paraguai, enfrenta pedido de impeachment após denúncias envolvendo o Banco Ueno e a adesão do próprio Partido Colorado à proposta de destituição Crédito: REUTERS/Adriano Machado · Original e licença
O governo do presidente argentino Javier Milei negou oficialmente, nesta quinta-feira (5), que o ex-presidente paraguaio Santiago Peña tenha ingressado na Argentina. A declaração da Casa Rosada surgiu como resposta a especulações da oposição paraguaia, que levantou suspeitas sobre o paradeiro de Peña após o anúncio de sua renúncia ao cargo.
Segundo informações apuradas pelo jornal La Nación e repercutidas pelo Metrópoles, autoridades argentinas afirmaram categoricamente que não existem registros de entrada do político no país. A incerteza sobre o destino de Peña ocorre em um momento de instabilidade institucional no Paraguai, agravada pelo avanço de um processo de impeachment contra ele.
Mesmo com o anúncio da renúncia, a Câmara dos Deputados do Paraguai aprovou a abertura do processo de impedimento, que agora segue para análise do Senado. A crise política é alimentada por um cenário de instabilidade financeira, marcado pelo colapso do Banco Ueno, a maior instituição digital do país.
Até o momento, não há confirmação oficial de que Peña tenha deixado o território paraguaio. O desfecho da crise depende agora da formalização do pedido de renúncia ao Congresso e da tramitação do processo legislativo em curso.
Em resumo
- Santiago Peña anunciou sua renúncia à presidência do Paraguai em meio a uma crise política.
- O governo argentino negou que o ex-mandatário tenha entrado na Argentina.
- A Câmara dos Deputados paraguaia aprovou o prosseguimento do impeachment contra Peña.
- O colapso do Banco Ueno é um dos fatores que intensificam a instabilidade no país.
Fonte: Brasil 247

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