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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, poderá responder criminalmente pelas falas agressivas aos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF), proferidas na reunião ministerial de 22 de abril.
Após a divulgação do vídeo, interlocutores do governo analisam como “delicada” a situação do ministro.
Jair Bolsonaro ainda resiste a substituir o ministro, mas poderá crescer no próprio STF, nos meios políticos, na mídia e na sociedade um movimento pela demissão de Weintraub, devido à gravidade das suas agressões à Suprema Corte.
Na reunião ministerial, Weintraub afirmou que os ministros do Supremo deveriam estar na cadeia. “Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”, disse o ministro da Educação.
No Planalto, aliados do presidente afirmam não haver dúvidas de que algum dos magistrados vai acionar Weintraub judicialmente, informa a jornalista Naira Trindade no Globo.. Em entrevistas neste sábado, um dos membros da Suprema Corte, o ministro Marco Aurélio Mello, afirmou que Bolsonaro deveria demiti-lo.
O governo teme que uma ação judicial contra o ministro acirre os ânimos entre Executivo e Judiciário. Por isso no interior do próprio governo, já há quem defenda a demissão de Weintraub se a situação entre os Poderes ficar insustentável.
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