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Após as invasões terroristas em Brasília (DF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomou uma nova decisão sobre o destino da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que se tornou um dos maiores alvos de críticas e preocupação por membros do governo, após a escalada dos atos antidemocráticos.
De acordo com integrantes do governo, há um motivo decisivo para abrigar a Abin dentro da Casa Civil, e não no Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), chefiada pelo ministro e ex-governador Flávio Dino (PSB), como chegou a ser discutido.
“Colocar a Abin sob o comando da Justiça poderia dar um choque”, revelou um ministro influente de Lula. Segundo a jornalista Malu Gaspar, do O Globo, isso acontece porque a pasta conta com os serviços de “inteligência” de outro órgão estratégico para apurações, a Polícia Federal (PF). Além disso, os poderes do ministro da Justiça, que ganhou protagonismo nos ataques, seriam aumentados.
A agência, tradicionalmente, estava vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. O órgão declara sua missão como “antecipar fatos e situações que possam impactar a segurança da sociedade e do Estado brasileiros”.
Na última quinta-feira (2), o presidente se reuniu com o delegado aposentado da Polícia Federal Luiz Fernando Corrêa, que deve assumir o comando do órgão. O nome do novo chefe ainda não está confirmado.
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