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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira (30) novos documentos sobre o criminoso sexual Jeffrey Epstein, que incluem acusações graves e não verificadas contra o presidente Donald Trump. Segundo os arquivos, Trump é citado em alegações de crimes sexuais contra menores, incluindo a de ter forçado uma menina entre 13 e 14 anos a praticar sexo oral. Também é mencionado que ele teria organizado festas em sua mansão na Flórida onde garotas, supostamente fornecidas por Epstein, eram leiloadas.
O vice-procurador-geral Todd Blanche anunciou a divulgação de mais de 3 milhões de páginas, incluindo vídeos e imagens, cumprindo a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein. Esta é a última etapa de um processo de documentação que busca transparência sobre o caso, embora as acusações específicas contra Trump não tenham sido confirmadas pelo FBI. A revelação ocorre em um contexto político altamente sensível, onde a oposição democrata pressiona por investigações sobre abusos de poder.
Apesar da gravidade das acusações, é crucial destacar que elas figuram como alegações contidas nos arquivos, sem verificação independente até o momento. O próprio caso Epstein, que terminou com seu suicídio na prisão em 2019, envolvia uma rede de abusos de menores e tráfico sexual, com ramificações que atingem figuras poderosas em todo o mundo.
A divulgação dos documentos reacende o debate sobre a impunidade das elites e a moralidade na política norte-americana. Enquanto Trump enfrenta estas novas denúncias públicas, a sociedade observa se as instituições serão capazes de responsabilizar aqueles no topo do poder ou se os arquivos se tornarão mais um capítulo sombrio sem justiça para as vítimas.
Com informações do canal RT
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