296 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O lavajatismo, aquela tática criminosa de Curitiba que quase destruiu a democracia brasileira, tenta agora uma nova franquia na grande imprensa de direita. O alvo, como sempre, é o presidente Lula. Veículos como UOL e Metrópoles tentaram transformar uma reunião legítima no Palácio do Planalto, ocorrida em dezembro de 2024, em uma espécie de encontro conspiratório. No entanto, o que os "justiceiros" da notícia esconderam é que Lula se cercou de quase uma dúzia de autoridades, incluindo ministros e o presidente do Banco Central, justamente para garantir total transparência e legalidade diante das queixas de Daniel Vorcaro.
É risível imaginar que um político com a experiência de Lula convocaria uma sala cheia de testemunhas do primeiro escalão para tomar decisões escusas. Pelo contrário: ao reunir Rui Costa, Alexandre Silveira e Gabriel Galípolo, o presidente blindou o governo e determinou que se cumprisse o que deveria ser feito. O resultado prático desmente qualquer narrativa de favorecimento: quase um ano depois, o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master. Se Lula fosse o "lobista" que a imprensa insinua, ele seria o mais incompetente da história, já que o banco que ele supostamente protegeria acabou pulverizado.
Enquanto a Faria Lima e o bolsonarista Roberto Campos Neto conviviam intimamente com o entorno de Vorcaro, a imprensa prefere focar em Lula, ignorando quem realmente deveria fiscalizar o banco. A estratégia é idêntica à da Lava-Jato: atacar o entorno, citar nomes de ex-ministros como Guido Mantega e tentar criar uma nuvem de suspeição sobre qualquer movimento do presidente. Querem transformar o exercício da presidência — que inclui ouvir diversos setores da sociedade — em crime, enquanto passam pano para a real leniência do Banco Central sob a gestão anterior.
O desespero dos lavajatistas de redação é tão grande que ignoram o fato de que Lula sempre repetiu: todos os rolos devem ser investigados. A tentativa de aplicar as táticas de Curitiba no caso Master esbarra na realidade dos fatos e na postura republicana do atual governo. Não houve proteção, não houve sombras e, acima de tudo, não houve crime por parte do Executivo. O que houve foi um banqueiro ressentido apresentando queixas que não foram atendidas, como provou a liquidação sumária da instituição meses depois.
Agora, vendo que a narrativa contra o presidente não sustenta o peso da verdade, o cerco midiático tenta se recompor atacando familiares e pessoas ligadas ao Judiciário, como a esposa do ministro Alexandre de Moraes. É o método clássico da calúnia: se não conseguem atingir o alvo principal com provas, tentam asfixiá-lo por meio de conexões distantes e interpretações maldosas. O lavajatismo continua vivo nas franquias da imprensa de direita, mas agora encontra um governo que não se dobra a chantagens e uma militância atenta aos golpes.
Em resumo, a imprensa que se diz "independente" acusa Lula de ter defendido um banco que, comprovadamente, ele não defendeu. É a velha obsessão em colocar o presidente na cena de um crime que só existe na cabeça de quem sente saudade dos tempos de perseguição política. Lula segue trabalhando pela reconstrução do país, enquanto os herdeiros de Moro tentam, sem sucesso, requentar um passado que o Brasil já superou nas urnas e na Justiça.
Com informações do DCM,por Moisés Mendes
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