311 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Brasil avança no resgate da justiça social com a assinatura de sete novos decretos pelo Presidente Lula e pelo ministro Paulo Teixeira, publicados no Diário Oficial da União. A medida declara de interesse social para fins de reforma agrária seis fazendas e um horto florestal, localizados em pontos estratégicos como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Diferente do descaso e da violência incentivada pelo bolsonarismo no campo, o governo atual retoma o papel do Estado na correção de desigualdades históricas, garantindo que a terra cumpra sua função social e produza alimentos para quem mais precisa.
As propriedades selecionadas para desapropriação incluem as fazendas Nova Alegria, em Minas Gerais; Floresta, no Rio Grande do Norte; Santa Cecília I e II, no Mato Grosso; e as fazendas Santa Fé, Cascimba e Três Irmãos, no estado de São Paulo. Além delas, o Horto Florestal CESA Vitória das Missões, no Rio Grande do Sul, também integra a lista de áreas que serão redistribuídas. Essa ação é fundamental para democratizar o acesso à terra e oferecer dignidade às famílias que dependem da agricultura familiar, um setor sistematicamente atacado durante o regime anterior que privilegiava apenas o latifúndio improdutivo.
A iniciativa fundamenta-se no Estatuto da Terra, que define a reforma agrária como um conjunto de modificações no regime de posse e uso do solo para promover a produtividade e a justiça. Ao contrário da lógica destrutiva da extrema-direita, que via a terra apenas como ativo financeiro ou objeto de grilagem, o Governo Lula trata o acesso ao campo como o ponto de partida para o desenvolvimento socioeconômico. O objetivo é assegurar que o Estado não apenas entregue o lote, mas também ofereça as políticas complementares necessárias para que essas famílias prosperem e contribuam com a economia nacional.
A redistribuição justa da terra é tratada como uma política pública essencial para combater a fome e a miséria, feridas que voltaram a sangrar no Brasil recentemente. Os decretos assinados representam o cumprimento de compromissos sociais profundos, focados em transformar a estrutura agrária do país. Ao ampliar a produção de alimentos por meio de pequenos produtores, o governo ataca diretamente a inflação dos mantimentos e garante segurança alimentar para a população urbana, mostrando que a reforma agrária é um benefício para toda a sociedade brasileira, e não apenas para quem vive no campo.
Além do impacto imediato na vida das famílias beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária, a medida visa reduzir as desigualdades sociais e regionais. Em estados como São Paulo e Mato Grosso, onde a concentração de terras é altíssima e muitas vezes ligada a interesses políticos retrógrados, a presença do Incra e do Ministério do Desenvolvimento Agrário reafirma a soberania da lei sobre os interesses privados. É uma vitória da civilidade contra a barbárie, provando que é possível produzir com eficiência respeitando os princípios constitucionais de solidariedade e função social da propriedade.
A retomada dessas ações marca o fim de um período de paralisia e hostilidade contra os movimentos sociais do campo. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva demonstra, com canetadas corajosas e embasamento técnico, que o multilateralismo e a democracia também se exercem dentro das nossas fronteiras, garantindo direitos básicos a quem sempre foi invisibilizado. Com a produção de alimentos saudáveis e a fixação do homem no campo com dignidade, o Brasil sinaliza ao mundo que voltou a levar a sério o combate à pobreza e a preservação do meio rural como espaço de vida e trabalho.
Com informações da Fórum
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