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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu um passo decisivo para consolidar uma das maiores conquistas históricas da classe trabalhadora brasileira. Em um anúncio que traz esperança para milhões de famílias, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, confirmou que a aposta do Palácio do Planalto é pautar, aprovar e promulgar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6x1 ainda neste primeiro semestre de 2026. A medida é vista como um pilar central da agenda de reconstrução de direitos e um compromisso inegociável de Lula em seu caminho rumo à reeleição.
Durante evento na Fiocruz, no Rio de Janeiro, Boulos detalhou a intensa articulação política que vem conduzindo em Brasília para destravar a proposta. O ministro já iniciou diálogos diretos com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e assegurou que novas reuniões ocorrerão nas próximas semanas para garantir a celeridade da votação. Segundo ele, o fim da jornada exaustiva é uma necessidade urgente para garantir a saúde e a dignidade de quem sustenta o país, reforçando que o Ministério do Trabalho, sob o comando de Luiz Marinho, está totalmente integrado nessa força-tarefa governamental.
A ofensiva do governo ocorre em meio ao tradicional "terrorismo econômico" praticado por setores da elite empresarial, que tentam barrar o avanço do projeto alegando supostos aumentos de custos. Boulos, no entanto, não poupou críticas à postura retrógrada desses grupos e utilizou uma ironia ácida para descrever a mentalidade de quem se opõe ao descanso do trabalhador. Para o ministro, se dependesse exclusivamente da vontade de certos empresários, a escala no Brasil seria de sete dias de trabalho por zero de descanso, sugerindo que muitos ainda mantêm o desejo de ver o país sob o regime da escravidão.
O empenho em encerrar a escala 6x1 simboliza o resgate do papel do Estado na proteção dos mais vulneráveis contra a exploração desenfreada. Ao comparar a resistência atual com as lutas históricas contra a abolição, Boulos deixou claro que o governo Lula não recuará diante das pressões do capital. A expectativa agora é que a mobilização popular se una à articulação no Congresso para que, até junho, o Brasil possa finalmente comemorar o fim de uma jornada que adoece o povo, garantindo mais tempo para a vida, a família e o lazer de cada cidadão brasileiro.
Com informações da Reuters
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