104 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A briga pelo espólio político da extrema-direita ganhou contornos de submundo com a denúncia de que Carlos Bolsonaro, o "filho 02", teria manipulado grosseiramente um vídeo de Nikolas Ferreira. Aliados do deputado mineiro ficaram indignados ao perceberem que Carlos publicou imagens da caminhada rumo a Brasília com um áudio falso inserido por cima. No vídeo adulterado, ouvem-se gritos de “Volta, Bolsonaro”, mas, na realidade, o povo estava apenas cantando um hino genérico de orgulho brasileiro, sem qualquer menção ao ex-capitão inelegível.
O flagrante da manipulação ocorreu durante a passagem do grupo por Luziânia e escancara o desespero da família Bolsonaro em tentar manter o controle sobre uma base que começa a buscar novos ídolos, como o próprio Nikolas. O entorno do deputado viu na atitude de Carlos uma tentativa baixa de sequestrar o protagonismo do ato, alterando o sentido da mobilização para inflar a imagem do pai, que segue isolado e cada vez mais dependente de farsas digitais para parecer relevante.
Esse episódio aprofunda as rachaduras no campo bolsonarista, onde a lealdade é um conceito desconhecido e a mentira é a ferramenta padrão de trabalho. Enquanto o governo Lula foca em reconstruir o Brasil com fatos e entregas reais, a prole de Bolsonaro gasta seu tempo editando vídeos para enganar os próprios seguidores. A denúncia de que Carlos usou um áudio "fake" para criar uma realidade paralela só confirma que, para esse grupo, a verdade é um obstáculo que precisa ser removido com edição de vídeo e manipulação psicológica.
A tensão entre Nikolas e os Bolsonaros mostra que o "exército" da extrema-direita está mais preocupado com curtidas e controle de narrativa do que com qualquer projeto de país. Ver o próprio aliado denunciar o filho do ex-presidente por fraude digital é a prova definitiva da decadência moral desse movimento. Carlos Bolsonaro, mestre das redes de ódio, parece não aceitar que outros nomes da direita ganhem luz própria, recorrendo a truques infantis para garantir que a marca da família continue estampada em eventos que eles sequer organizaram.
Para os democratas e apoiadores do governo Lula, essa briga de foice no escuro é o retrato fiel do bolsonarismo: uma construção feita de fumaça, espelhos e áudios editados. O desconforto gerado no entorno de Nikolas Ferreira revela que nem mesmo entre eles existe confiança, já que a qualquer momento um "aliado" pode falsificar sua voz para atender a interesses dinásticos. O Brasil real, enquanto isso, observa o desmoronamento ético de quem prometia "verdade e liberdade", mas entrega apenas montagens de rede social.
O desfecho dessa intriga familiar e política promete novos capítulos de fogo amigo. A manipulação confirmada por interlocutores do parlamentar mineiro joga luz sobre como as redes sociais do clã Bolsonaro funcionam: como uma lavanderia de reputações e uma fábrica de ilusões. Se são capazes de mentir sobre um simples grito em uma caminhada, imagine o que não fazem para tentar desestabilizar as instituições e o governo legítimo do país. A máscara da "família cristã e honesta" cai um pouco mais a cada clique editado.
Assista ao vídeo :
Com informações do DCM/Metrópoles
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