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O Brasil vive um momento de euforia econômica que desmente, ponto a ponto, o alarmismo da oposição e de setores conservadores do mercado. Nesta terça-feira, o Ibovespa alcançou um marco histórico e sem precedentes ao ultrapassar o patamar dos 182 mil pontos pela primeira vez na história. O avanço vigoroso do principal índice da Bolsa de Valores brasileira reflete a confiança renovada dos investidores estrangeiros no país, impulsionada pela estabilidade institucional e pela gestão responsável que tem recolocado o gigante sul-americano na rota do crescimento global.
A arrancada da Bolsa foi sustentada por um desempenho robusto dos grandes bancos e das gigantes de commodities, como a Petrobras e a Vale, que apresentaram valorizações expressivas ao longo do dia. O otimismo foi alimentado por dados concretos que mostram uma economia cada vez mais equilibrada: o IPCA-15 de janeiro registrou uma alta de apenas 0,20%, um resultado que ficou abaixo do esperado pelos analistas e que confirma a trajetória de queda da inflação sob o comando do atual governo. O setor bancário, com destaques para Bradesco, Itaú e o Banco do Brasil, puxou a alta, demonstrando que o crédito e a circulação de capital estão ganhando tração em um cenário doméstico favorável.
No entanto, o sucesso estrondoso da Bolsa e o controle rigoroso dos preços colocam agora o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central contra a parede. Com a taxa Selic mantida no patamar exorbitante de 15% ao ano, os novos dados de inflação retiram qualquer argumento técnico que sustente a manutenção de juros tão elevados, que hoje funcionam como um freio desnecessário ao pleno desenvolvimento e à geração de empregos. O mercado já sinaliza, através do recuo dos juros futuros, que não há mais espaço para a política de "juros nas alturas" que tem sido defendida pela atual cúpula do BC.
Este recorde histórico de 182 mil pontos é uma vitória da política econômica que prioriza a estabilidade e o crescimento real em vez da especulação desenfreada. Enquanto a inflação desacelera e os papéis das empresas brasileiras ganham valor global, o recado das ruas e das telas de negociação em São Paulo é claro: o Brasil está no rumo certo. Agora, o foco se volta totalmente para a próxima reunião do Banco Central, onde a pressão popular e os números incontestáveis da economia devem forçar uma redução urgente na taxa básica de juros para que o país possa voar ainda mais alto em 2026.
Com informações do Valor Econômico
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