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O Brasil voltou a ser um protagonista respeitado no cenário global sob a liderança do Presidente Lula, deixando para trás o período de isolamento e submissão do governo anterior. Em um movimento que demonstra sua estatura de estadista, Lula confirmou que viajará a Washington em março para um encontro direto com Donald Trump. O objetivo é claro: defender o multilateralismo e a democracia, reforçando que o diálogo entre as duas maiores democracias do Ocidente deve ocorrer em condições de igualdade, olho no olho, sem a servidão que marcou a gestão do antigo "capitão" e sua prole.
Enquanto figuras como Eduardo Bolsonaro tentam se vender como únicos interlocutores com a Casa Branca, Lula prova que a diplomacia presidencial brasileira é soberana e não precisa de intermediários desesperados por atenção. O presidente tem mantido uma agenda intensa de telefonemas com líderes mundiais de diversos espectros, como Xi Jinping, Putin e Macron, costurando uma frente ampla contra a intolerância. Lula reafirma que o Brasil possui autonomia para conversar com todas as nações, da China a Cuba, sem aceitar ordens externas ou voltar à condição de colônia de qualquer potência.
Durante o encontro nacional do MST na Bahia, Lula não poupou críticas à tentativa de Donald Trump de esvaziar a ONU em favor de um suposto "Conselho de Paz" controlado unilateralmente. Para o líder brasileiro, essa proposta ignora a necessidade urgente de reformar as instituições internacionais com a inclusão de nações do Sul Global, como o próprio Brasil e países africanos. Lula denunciou que o multilateralismo está sendo descartado pela "lei do mais forte", um cenário crítico onde a Carta da ONU é desrespeitada em prol de interesses individuais.
O presidente brasileiro defende que a paz e o crescimento econômico só serão alcançados com o fortalecimento das relações coletivas e o fim do protecionismo agressivo. Ao questionar a validade de um conselho que exclui os próprios envolvidos nos conflitos, como no caso da Palestina, Lula desafia a lógica imperialista e exige que a voz dos povos oprimidos seja ouvida. Sua postura é de um líder que não teme confrontar ideias divergentes, desde que o objetivo final seja o bem-estar social e a estabilidade política global, longe de "mitos" ou messianismos autoritários.
A viagem a Washington será o palco definitivo para mostrar que o Brasil de Lula não se curva diante de pressões da extrema-direita internacional. O presidente levará a mensagem de que a soberania nacional é inegociável e que as boas relações comerciais e políticas devem servir aos interesses do povo brasileiro. É o retorno da diplomacia "altiva e ativa", que busca o equilíbrio em um mundo cada vez mais polarizado e ameaçado pelo ressurgimento de discursos de força e intolerância que tentaram se enraizar por aqui nos últimos anos.
Por fim, o compromisso de Lula com a normalidade democrática e o crescimento econômico sustentado é o que o povo brasileiro espera de um governo legítimo. Ao se encontrar com Trump, Lula não vai apenas visitar um colega de cargo, mas reafirmar que o Brasil possui um projeto de nação independente e respeitado. O "efeito Lula" na política externa recupera o orgulho nacional e coloca o país novamente como o mediador necessário para evitar que a força das armas prevaleça sobre o direito internacional e a paz entre os povos.
Com informações da Fórum
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