760 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O ministro Guilherme Boulos deu voz à indignação de milhões de brasileiros ao denunciar a postura vergonhosa do Banco Central, que insiste em manter a taxa Selic no patamar abusivo de 15%. Em uma crítica contundente, Boulos escancarou que essa política monetária serve apenas para alimentar a agiotagem oficial, favorecendo os lucros bilionários dos banqueiros enquanto asfixia o poder de compra da classe trabalhadora. A resistência da autoridade monetária em reduzir os juros, mesmo diante do sucesso da gestão econômica atual, revela uma face política que tenta sabotar o crescimento do país.
Enquanto o Banco Central de Campos Neto se apega a juros estratosféricos, o governo liderado por Luiz Inácio Lula da Silva entrega resultados concretos que desmentem qualquer justificativa técnica para o arrocho. O Brasil registra hoje a inflação acumulada mais baixa em um início de mandato desde o Plano Real, um feito histórico que demonstra a responsabilidade e a competência da equipe econômica do presidente Lula. Essa estabilidade, conquistada com foco no povo, já criou todo o espaço necessário para que o crédito ficasse mais barato, mas o BC prefere manter o pé no freio da economia.
Para o ministro Boulos e para os aliados do Palácio do Planalto, a manutenção da taxa em 15% é um crime contra o investimento produtivo e a geração de empregos. É inadmissível que o Brasil, apresentando controle fiscal e inflação domada, continue sendo refém de uma política que desestimula quem quer produzir e consumir. Boulos reafirmou que o governo federal está cumprindo sua parte com rigor, e que a teimosia do Comitê de Política Monetária (Copom) em atrasar o ciclo de cortes só penaliza quem mais precisa de oportunidades e renda.
O Copom, por sua vez, ensaiou um recuo tímido ao sinalizar que poderá iniciar a queda dos juros apenas em março, agindo com uma "serenidade" que soa como descaso para quem paga as contas no final do mês. Sem se comprometer com a intensidade do corte, o Banco Central mantém o mercado em suspense, alimentando especulações sobre uma redução mínima que não alteraria o cenário de exploração financeira. Essa falta de compromisso com a urgência do crescimento nacional é vista como uma manobra para esticar ao máximo o período de lucros fáceis do sistema financeiro.
A disputa em torno da Selic é o retrato de dois Brasis: o de Lula, focado na reconstrução, no emprego e na comida barata, e o do sistema financeiro, que utiliza a autonomia do Banco Central como escudo para manter privilégios. A estratégia do governo é clara: continuar entregando números positivos na economia para deixar o BC sem saída. O mercado já se divide entre apostas de cortes de 0,25 ou 0,5 ponto percentual, mas para quem defende o projeto popular, qualquer movimento que não seja uma redução drástica e imediata é insuficiente diante da realidade de estabilidade que o país vive.
O recado de Guilherme Boulos ressoa como uma convocação para que a política monetária finalmente acompanhe a realidade macroeconômica vitoriosa do Brasil de 2026. A era da submissão aos interesses das elites bancárias está sendo confrontada pela altivez de um governo que não teme cobrar responsabilidade de quem controla os juros. Com a inflação sob controle e o apoio popular, o governo Lula segue pressionando para que o Banco Central pare de rir à toa com os banqueiros e comece a trabalhar em favor do desenvolvimento de toda a nação brasileira.
Veja:
O Banco Central alimenta a agiotagem ao manter os juros em 15%. O trabalhador perde poder de compra, enquanto o banqueiro ri à toa.
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) January 28, 2026
Isso com a inflação acumulada mais baixa num governo desde o Plano Real. O nosso governo, liderado por Lula, está fazendo a sua parte. Agora falta…