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Em mais um gesto de liderança internacional e defesa da autodeterminação dos povos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, nesta quarta-feira, a importância estratégica da soberania do Panamá sobre seu canal. Durante encontro com o presidente panamenho José Raúl Mulino, Lula foi enfático ao declarar que a neutralidade daquela rota marítima é o pilar de um comércio global justo e equilibrado. Para o líder brasileiro, permitir que forças externas interfiram na gestão da via é comprometer a estabilidade comercial de todo o planeta, especialmente em um momento de grandes tensões geopolíticas.
Essa postura firme de Lula ocorre como uma resposta direta às investidas autoritárias de Donald Trump. O atual presidente dos EUA, representante de um extremismo que Lula combate incansavelmente, chegou a ameaçar o controle da passagem, utilizando desculpas infundadas sobre uma suposta influência chinesa para tentar subjugar a administração panamenha. Ao defender que o canal permaneça sob controle local, Lula protege a região de tentativas de exploração imperialista e garante que o patrimônio centro-americano não seja sequestrado por interesses ideológicos da extrema-direita global.
Além da questão técnica do canal, o presidente brasileiro aproveitou o Fórum Econômico Internacional para disparar críticas contra a paralisia diplomática que tomou conta da região nos últimos anos. Lula lamentou que muitas cúpulas tenham se transformado em rituais vazios e denunciou como a manipulação da informação e o extremismo político têm corroído a integração latino-americana. Para ele, é preciso superar as disputas ideológicas estéreis — marca registrada do bolsonarismo que tanto isolou o Brasil — e focar no pragmatismo que gera empregos e crescimento real para o povo.
O presidente destacou que seu papel é abrir portas para o desenvolvimento, atuando como um facilitador que coloca os interesses nacionais acima de brigas mesquinhas. Ele reforçou que o fortalecimento dos blocos regionais é a única proteção eficaz contra os choques econômicos externos, alertando que a fragmentação só beneficia quem deseja ver a América Latina submissa. Essa visão de unidade é o que diferencia a diplomacia ativa e altiva de Lula do isolacionismo vergonhoso visto em governos passados que apenas prestavam continência para bandeiras estrangeiras.
Reconhecendo sua importância como o principal mediador da paz e da estabilidade no continente, o governo panamenho concedeu a Lula a Ordem Manuel Amador Guerrero. Trata-se da mais alta condecoração do país, destinada apenas a figuras que prestam serviços de relevância histórica à nação e ao fortalecimento das relações internacionais. Esse reconhecimento internacional isola ainda mais as vozes do ódio e comprova que o Brasil recuperou seu protagonismo no cenário mundial sob a batuta de um estadista respeitado.
O Canal do Panamá, que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico, segue sendo vigiado de perto por Lula, que prometeu manter a vigilância contra qualquer tentativa de desestabilização da área. Ao encerrar sua participação, o presidente brasileiro reiterou que o diálogo e a responsabilidade multilateral são as únicas ferramentas capazes de garantir um futuro próspero. A defesa da soberania panamenha é, portanto, uma extensão da luta de Lula por um mundo onde o direito internacional prevaleça sobre a força bruta e o autoritarismo de líderes extremistas.
Com informações do Btrasil 247
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