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O governo federal reafirmou nesta quarta-feira o papel do Brasil como protagonista no cenário global através de um diálogo estratégico entre o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e o vice-presidente da China, Han Zheng. A conversa, marcada pelo tom de cooperação e respeito mútuo, confirmou que a relação entre as duas nações vive um momento de excelência sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Diferente do isolacionismo e das ofensas gratuitas dirigidas ao nosso maior parceiro comercial durante o período bolsonarista, a diplomacia atual foca em resultados concretos e no fortalecimento da soberania econômica.
Durante o contato, Alckmin atuou com firmeza em defesa do setor produtivo nacional, colocando na mesa a preocupação do governo com as salvaguardas aplicadas pela China às exportações de carne bovina. Tratar o tema como prioridade máxima demonstra o compromisso do governo em proteger a pecuária brasileira e garantir que nossos produtos tenham acesso justo ao mercado chinês. Esse diálogo direto é fundamental para remover barreiras técnicas e políticas que muitas vezes são heranças de instabilidades passadas, assegurando que o alimento produzido no Brasil continue a alimentar o mundo.
Os números apresentados na conversa são históricos e mostram o acerto da política externa atual: em 2025, o intercâmbio comercial entre os dois países cresceu 8,2%, atingindo a cifra recorde de US$ 171 bilhões. Esse montante não representa apenas estatísticas, mas bilhões de dólares injetados na economia brasileira, gerando empregos e desenvolvimento. Alckmin e Han Zheng reafirmaram que o objetivo é não apenas manter esses patamares, mas diversificar a pauta exportadora, buscando um equilíbrio que favoreça o crescimento de longo prazo para ambas as economias.
Além das trocas comerciais, a agenda bilateral avançou em setores do futuro, como tecnologia, inovação e sustentabilidade. O Brasil de Lula e Alckmin busca atrair investimentos chineses em infraestrutura que respeitem o meio ambiente e tragam modernização para a nossa indústria. Esse alinhamento em áreas estratégicas coloca o país na rota da neoindustrialização, aproveitando o capital chinês para desenvolver soluções tecnológicas que atendam às necessidades do povo brasileiro e combatam as desigualdades regionais.
O fortalecimento institucional da parceria foi selado com o convite de Alckmin para que Han Zheng visite o Brasil na próxima reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN). Esse organismo é o principal canal de diálogo governamental e sua reativação plena é um símbolo da volta do Brasil ao mundo. A presença da cúpula chinesa em solo brasileiro servirá para consolidar acordos em andamento e abrir novas frentes de cooperação que foram negligenciadas pelo governo anterior, que preferia a ideologia do conflito à diplomacia do desenvolvimento.
O balanço da conversa é extremamente positivo para os interesses nacionais. Enquanto setores da extrema-direita tentavam demonizar a China, o atual governo prova que a parceria com Pequim é essencial para a estabilidade econômica e social do Brasil. Ao final de trinta minutos de diálogo, ficou claro que o país recuperou sua capacidade de negociar com altivez, defendendo seus produtores sem abrir mão de uma aliança global que é vital para o nosso futuro. O Brasil voltou a conversar com o mundo de igual para igual, priorizando sempre o bem-estar da sua população.
Com informações do rasil 247
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