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Nesta semana, o Ministério Público do Trabalho (MPT) no Distrito Federal abriu uma apuração sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o pastor Francisco de Assis Castelo Branco, “síndico” do Palácio da Alvorada no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A investigação preliminar foi feita com base numa reportagem da coluna de Rodrigo Rangel, do Metrópoles, em que era destacado relatos de funcionários da Presidência denunciando assédio moral na residência oficial. O MPT agora pode ouvir testemunhas, vítimas e acusados.
De acordo com a reportagem, a esposa do ex-chefe do Executivo destratava os servidores da Presidência escalados para auxiliá-la. Já o pastor bolsonarista assediava os funcionários e fazia ameaças frequentes de demissão ao grupo.
Servidores relataram também que quem questionasse as ordens de Castelo Branco era ameaçado e poderia ficar sem o lanche. Aliados do ex-presidente ressaltaram que o pastor dizia agir a mando da ex-primeira-dama.
“Ele assediava as pessoas e ameaçava de demissão o tempo todo. E dizia que a primeira-dama tinha conhecimento de tudo e autorizava essa postura”, ressaltou um dos funcionários.
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