Filho de Lula humilha bolsonarismo ao abrir sigilos espontaneamente após decisão de Mendonça

Portal Plantão Brasil
27/2/2026 08:24

Filho de Lula humilha bolsonarismo ao abrir sigilos espontaneamente após decisão de Mendonça

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A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, reagiu com a altivez de quem não deve nada à justiça diante da recente ofensiva do ministro bolsonarista André Mendonça e da CPMI do INSS. O advogado Guilherme Suguimori Santos afirmou que seu cliente está absolutamente tranquilo, pois não possui qualquer envolvimento com as supostas fraudes investigadas. Para desmascarar a narrativa de perseguição, a defesa reiterou que Lulinha já havia se colocado à disposição do STF muito antes da decisão, comprovando que a quebra de sigilo é uma medida puramente política e desnecessária para quem colabora de forma voluntária.

A estranha sincronia entre o despacho de Mendonça — indicado pelo ex-presidente inelegível — e a votação na comissão legislativa escancara uma tentativa de ressuscitar o lawfare contra a família Lula. O ministro atropelou o rito para tentar dar um selo de urgência a um inquérito que, segundo a própria Polícia Federal, não traz Lulinha como investigado direto ou suspeito. O que existe são apenas citações indiretas e frágeis de terceiros, usadas maldosamente para manter o sobrenome do maior líder do país vinculado a manchetes policiais sem qualquer prova material de crime.

Mesmo diante da falta de elementos substanciais que justifiquem a devassa, a defesa protocolou junto ao Supremo o fornecimento espontâneo de todos os documentos pertinentes. Essa postura aniquila a tentativa da extrema-direita de simular uma ocultação de provas. A estratégia de André Mendonça e da base bolsonarista na CPMI parece ter como único objetivo fustigar o governo federal, ignorando que o próprio relatório da PF admite o risco de conclusões precipitadas e a necessidade de evitar a politização do caso.

Fica evidente que a medida autorizada pelo magistrado "terrivelmente evangélico" busca apenas desgaste público, já que é impossível coagir quem já manifestou interesse inequívoco em contribuir com a verdade. Os vínculos apontados entre Lulinha e outros alvos da operação são meramente periféricos e baseados em diálogos de terceiros sobre projetos empresariais lícitos, sem nenhuma comprovação de repasse financeiro ilegal. É a velha tática de atirar primeiro para perguntar depois, típica de quem ainda serve aos interesses do clã derrotado nas urnas.

Enquanto a oposição tenta incendiar Brasília com ilações, o governo segue focado na reconstrução do país, ciente de que a verdade prevalecerá contra mais essa armação judicial. Lulinha peticionou ao STF para garantir o acesso aos autos, reafirmando que a transparência é sua maior arma contra a injustiça. O timing político da decisão de Mendonça, minutos antes da sessão no Congresso, só reforça o caráter teatral de uma ação que carece de fundamentação jurídica séria, mas sobra em conveniência partidária.

O desfecho dessa manobra será, mais uma vez, o reconhecimento da inocência de quem é perseguido apenas por ser filho de quem é. A entrega voluntária dos dados bancários, fiscais e telemáticos encerra qualquer debate sobre resistência à justiça e coloca o ônus da prova sobre aqueles que, no Legislativo e no Judiciário, tentam transformar o direito em ferramenta de vingança política. O Brasil não aceita mais tribunais de exceção montados para saciar o ódio bolsonarista contra o progresso nacional.

Confira abaixo a íntegra da nota do advogado de Lulinha:

“Recebemos hoje a notícia da quebra de sigilo contra Fábio Luís, tanto pela CPMI, quanto, supostamente, nos autos do inquérito do Supremo Tribunal Federal.

Estamos absolutamente tranquilos quanto ao resultado da quebra, pois ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime.
No entanto, ressalto que, desde o início, Fábio expressamente se colocou à disposição do STF, informando sua intenção de prestar todos os esclarecimentos que a Corte entendesse necessários. O fornecimento de documentos seria etapa inevitável para esclarecer fatos, dissipar ilações e evitar a desnecessária politização de seu nome.

Diante das notícias de hoje, peticionamos ao STF pedindo acesso à suposta quebra de sigilo, informando que forneceremos voluntariamente ao Tribunal os documentos pertinentes.

Por tudo isso, entendo que a quebra de sigilo é dispensável, pois não é necessário coagir quem desde o início demonstrou interesse inequívoco em contribuir”

Com informações da Fórum

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