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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, nesta sexta-feira (27), sua identidade popular e a independência de seu governo em relação às elites financeiras e agrárias do país. Durante o encerramento da 6ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, Lula foi enfático ao declarar que suas vitórias eleitorais, bem como as da ex-presidente Dilma Rousseff, não foram financiadas ou garantidas por banqueiros da Faria Lima, grandes empresários ou latifundiários. Para o presidente, o motor de sua ascensão ao poder sempre foi a força dos movimentos sociais e da classe trabalhadora.
Em um discurso carregado de simbolismo e lealdade, Lula destacou que mantém viva a memória de sua trajetória e de quem esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis, incluindo o período de sua prisão política. "Sei da onde eu vim, sei para onde vou", afirmou o presidente, reforçando que o povo brasileiro tem o direito legítimo de cobrar resultados de sua gestão, pois ele se considera um igual que ocupa a cadeira da Presidência da República para servir aos esquecidos pelo grande capital.
A fala ocorreu em um ambiente propício para o debate sobre justiça social: uma conferência que reuniu representantes de mais de 1,8 mil municípios para discutir habitação, saneamento básico e mobilidade urbana. Organizado pelo Ministério das Cidades, o evento buscou formular propostas que priorizem o desenvolvimento das periferias e o planejamento urbano sustentável, temas que batem de frente com os interesses especulativos que o presidente criticou em sua fala.
O posicionamento de Lula marca uma clara distinção entre o projeto democrático-popular e o modelo entreguista defendido pelo bolsonarismo, que sempre priorizou o lucro de poucos em detrimento da dignidade da maioria. Ao focar na segurança cidadã, nas mudanças climáticas e na transformação digital das cidades, o governo federal busca devolver o protagonismo ao controle social e à sociedade civil, fortalecendo as bases que sustentam o projeto de reconstrução do Brasil.
Para Lula, a Conferência das Cidades é o espaço onde a democracia se torna prática, permitindo que a população ajude a desenhar o futuro dos centros urbanos. O presidente encerrou o evento reafirmando que a confiança depositada nele pelo povo é o que lhe dá forças para enfrentar as pressões do setor empresarial e latifundiário, mantendo o foco em políticas públicas que transformem a realidade de quem vive nas áreas mais vulneráveis do país.
A mensagem final foi de união e vigilância: o governo segue firme em seu propósito de governar para todos, mas sem esquecer que sua dívida de gratidão e lealdade é exclusiva com os milhões de brasileiros que lutaram para devolver o país ao caminho do desenvolvimento social. Sob o olhar atento de especialistas e movimentos sociais, Lula sinaliza que o terceiro mandato continuará sendo um instrumento de reparação histórica e de combate às desigualdades estruturais.
Com informações do Brasil 247
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