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A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã lançou mísseis contra a base naval dos Estados Unidos no Bahrein, onde está sediada a Quinta Frota da Marinha americana, em resposta aos bombardeios realizados no sábado por Washington e Israel, classificados por Teerã como "agressão militar criminosa". Segundo agências iranianas, bases no Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos também foram alvos. O Estado-Maior das Forças Armadas do Irã declarou que qualquer base de um país que ofereça assistência a Israel poderá se tornar alvo da República Islâmica.
Em meio à escalada, os Emirados Árabes e o Catar fecharam parcialmente seus espaços aéreos, e a Embaixada dos EUA no Catar ordenou que cidadãos americanos se abrigassem devido a uma ameaça iminente de mísseis. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação militar visa promover uma mudança de regime no Irã e reiterou exigências sobre o programa nuclear iraniano. Sirenes foram ouvidas em Jerusalém, enquanto a Rússia, por meio do vice-presidente do Conselho de Segurança, Dmitry Medvedev, criticou os ataques e afirmou que as negociações com o Irã seriam apenas uma "farsa". O Irã convocou os membros da ONU a condenarem a agressão, que considerou violação da Carta das Nações Unidas.
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— FrontlineX (@FLXIntel) February 28, 2026
????????Chaos in Bahrain as people scramble to safety after Iranian missile strikes pic.twitter.com/wtF4DFBnz9