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O Irã decretou o fechamento do Estreito de Ormuz neste sábado (28), em resposta aos ataques aéreos de Estados Unidos e Israel contra alvos iranianos, interrompendo o tráfego marítimo em uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de energia. A Guarda Revolucionária transmitiu via rádio VHF mensagem afirmando que nenhuma embarcação está autorizada a transitar pelo estreito, por onde passam cerca de 12 a 20 milhões de barris de petróleo por dia aproximadamente 20% do petróleo marítimo global além de cargas significativas de gás natural liquefeito (GNL).
A medida provocou alerta imediato nos mercados internacionais. O analista Glenn Diesen destacou a gravidade da situação: "A economia global sofrerá um choque". Grandes exportadores como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque e Irã dependem dessa rota, que não possui alternativas capazes de absorver seu fluxo de energia. Especialistas afirmam que um bloqueio prolongado pode gerar efeitos globais, pressionando a inflação, aumentando custos de energia e gerando instabilidade nos mercados financeiros. Países da região e potências internacionais monitoram o desenrolar do conflito, temendo que a crise se transforme em um conflito mais amplo no Oriente Médio.
O estreito de Ormuz, por onde passa a maior parte do petróleo mundial, está sendo fechado neste momento. Informação do seríssimo Glenn Diesen. https://t.co/R2OEBzPMcY
— Leonardo Attuch (@AttuchLeonardo) February 28, 2026