André Mendonça e delegados articulam cerco contra Lulinha SEM PROVAS

Portal Plantão Brasil
9/3/2026 12:06

André Mendonça e delegados articulam cerco contra Lulinha SEM PROVAS

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O fantasma do lavajatismo volta a assombrar as instituições brasileiras com uma nova tentativa de criminalizar a família do presidente Lula através de métodos obscuros. Segundo análise do jornalista Luís Nassif, o vazamento da suposta discussão na Polícia Federal sobre a prisão de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, não é um fato isolado, mas uma peça estratégica da chamada Operação Master. O objetivo seria claro: usar o aparato estatal para criar uma narrativa de culpa antes mesmo de qualquer julgamento, repetindo o modus operandi que mergulhou o país no caos anos atrás.

A investigação, sob a tutela do ministro André Mendonça — indicado por Bolsonaro —, é alvo de críticas severas por apresentar excessos graves e atropelos jurídicos. A quebra do sigilo bancário de Lulinha, autorizada por Mendonça, teria ocorrido sem a apresentação de indícios reais que liguem o filho do presidente a qualquer ilícito. Para piorar, os dados bancários estariam sendo divulgados de forma seletiva pela imprensa, omitindo contextos fundamentais para forjar uma imagem de irregularidade que a perícia técnica não sustenta.

O controle sobre o processo parece ter objetivos políticos profundos: atacar a popularidade de Lula e intimidar outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Nassif denuncia que mensagens extraídas de celulares de investigados foram vazadas estrategicamente logo no início da perícia para alimentar campanhas contra Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. É a utilização da Polícia Federal como ferramenta de chantagem política, onde o destino dos vazamentos é meticulosamente planejado para atingir alvos que defendem a ordem democrática.

Há também um preocupante conflito institucional envolvendo a tentativa de controle sobre acordos de delação premiada. O Ministério Público Federal, sob o comando de Paulo Gonet, estaria sofrendo pressão para que a Polícia Federal e o ministro Mendonça conduzam esses acordos. A lição da Lava Jato é inequívoca: sem a supervisão correta e com motivações políticas, delatores são induzidos a apontar dedos para alvos previamente escolhidos, destruindo reputações em troca de benefícios judiciais.

A inércia da direção-geral da Polícia Federal também é colocada em xeque. A falta de firmeza de Andrei Rodrigues em conter os setores lavajatistas e bolsonaristas dentro da corporação permite que "vazadores" operem livremente, criando um ambiente de conspiração. A tática de plantar notícias sobre um suposto "mal-estar" na PF é usada como ferramenta de pressão sempre que um magistrado ou procurador tenta aplicar o devido processo legal, em vez de seguir a agenda punitivista da extrema-direita.

O cenário exige uma reação imediata e contundente do governo federal e das instituições republicanas. Não se trata apenas da defesa de um indivíduo, mas da proteção da soberania nacional contra uma nova ofensiva que visa subverter a justiça em favor de interesses golpistas. Como alerta Nassif, a conspiração já está em curso nos corredores de Brasília, e a complacência com esses abusos pode custar caro à democracia brasileira, que mal começou a se reconstruir após anos de ataques.

Com informações do GGN

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