A família Bolsonaro, mestre em criar narrativas para esconder seus próprios erros, está empenhada em uma missão perigosa: convencer os Estados Unidos a classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Sob o comando de Flávio e Eduardo Bolsonaro, essa articulação não busca segurança, mas sim abrir as portas para uma intervenção externa em território brasileiro. Ao tentar internacionalizar um problema de segurança pública interna, o clã ignora as leis do nosso país para satisfazer seus interesses políticos e agradar a extrema-direita norte-americana.
CONFIRMADO: Decisão do Departamento de Estado dos EUA sobre o PCC e o Comando Vermelho.
“Os Estados Unidos veem as organizações criminosas do Brasil, incluindo PCC e CV, como ameaças significativas à segurança regional devido ao seu envolvimento em tráfico de drogas, violência e… pic.twitter.com/fPZa0uXMcN
O governo do presidente Lula, agindo com a responsabilidade que o cargo exige, mantém-se firme contra essa classificação. Para o Planalto, o crime organizado deve ser combatido com inteligência e rigor dentro dos marcos da lei brasileira, que define terrorismo por motivações ideológicas ou políticas, e não pelo lucro do tráfico. A estratégia de Lula é clara: proteger a nossa soberania e impedir que potências estrangeiras tenham pretexto para ditar regras ou realizar operações militares dentro das nossas fronteiras, algo que os "patriotas" de fachada parecem desejar.
Combater o narcoterrorismo, sufocar o financiamento dessas facções e devolver a liberdade aos cidadãos deveria ser prioridade do governo Lula, mas o que vemos é o oposto. Lula protege os “anjinhos” e ainda faz lobby para evitar que os Estados Unidos classifiquem PCC e Comando… pic.twitter.com/uVelgsy7ab
O oportunismo da prole de Bolsonaro é evidente nas redes sociais. Enquanto Flávio ataca o governo com mentiras sobre proteção a criminosos, Eduardo faz perguntas vazias para inflamar sua base radical. Eles chegaram a buscar inspiração em modelos autoritários, como o de El Salvador, tentando importar soluções que atropelam os direitos humanos e a democracia. O objetivo final é criar um cenário de caos que justifique a presença de forças estrangeiras no Brasil, repetindo o comportamento entreguista que marcou os quatro anos de desgoverno do pai.
Aliados do clã, como o blogueiro Paulo Figueiredo, admitem abertamente que o grupo trabalha há mais de um ano para buscar essa "ajuda" internacional. O que eles chamam de ajuda, na verdade, é uma ameaça real à autodeterminação do povo brasileiro. Se as facções forem classificadas como terroristas pelos EUA, o Brasil passaria a ser alvo de sanções e pressões que prejudicariam a economia e a imagem do país no exterior, servindo apenas para alimentar o discurso de ódio que sustenta o bolsonarismo.
Vejam que loucura, @BolsonaroSP . Estamos há mais de um ano trabalhando para recebermos ajuda e libertar a população brasileira do jugo do CV e PCC. Do outro lado, um lobby do governo Lula pesado em favor de quadrilhas narcoterroristas junto ao governo americano. Desesperador. pic.twitter.com/axZGQ6h0bD
— Paulo Figueiredo (8) (@pfigueiredo08) March 9, 2026
Enquanto a extrema-direita conspira em Washington e San Salvador, o governo federal segue fortalecendo a segurança pública com investimentos reais e cooperação entre as polícias, sem precisar se curvar a interesses externos. O enfrentamento ao crime organizado é uma tarefa do Estado brasileiro, e não uma moeda de troca para políticos que preferem bater continência para bandeiras estrangeiras do que respeitar a Constituição. O Brasil não é quintal de ninguém, e a tentativa de internacionalizar nossas crises é apenas mais uma prova do desespero de quem perdeu o poder e a razão.
A resistência de Lula contra essa manobra é a defesa do Brasil contra o intervencionismo. Ao manter o rigor da lei nacional, o presidente evita que o país caia na armadilha de se tornar palco de guerras alheias. O combate ao narcotráfico é prioridade, mas deve ser feito com soberania, dignidade e respeito às instituições brasileiras, longe das garras de quem sempre desprezou a nossa própria pátria em favor de ideologias importadas e interesses obscuros.
Com informações do DCM
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