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O Papa Leão XIV subiu o tom contra a escalada de violência no Oriente Médio, classificando a guerra movida por Estados Unidos e Israel contra o Irã como um "escândalo para toda a família humana". Durante a oração do Angelus, na Praça de São Pedro, o pontífice manifestou sua profunda consternação com o rastro de morte e destruição que já entra em sua quarta semana. Com uma postura firme em defesa da vida e da justiça social, o primeiro papa nascido nos Estados Unidos rompeu protocolos para denunciar o silêncio cúmplice diante do massacre de populações civis.
Em seu discurso, Leão XIV enfatizou que a dor das vítimas indefesas fere a própria essência da humanidade, reforçando que a fé não pode se omitir perante a barbárie. O líder da Igreja Católica renovou o apelo por um cessar-fogo imediato e incondicional, exigindo que as potências ocidentais cessem as hostilidades para que o caminho da diplomacia e da paz possa ser pavimentado. Para o Papa, a persistência no conflito é uma afronta aos valores cristãos e humanitários, servindo apenas para aprofundar o abismo de sofrimento na região.
O posicionamento do Vaticano ocorre em um momento crítico, onde vozes progressistas ao redor do mundo se levantam contra a agressão militar coordenada por Washington e Tel Aviv. Ao defender o diálogo e a soberania dos povos, Leão XIV se coloca ao lado dos que buscam uma ordem mundial baseada na solidariedade, e não no poder das armas. O apelo papal ressoa como um grito por socorro em meio ao caos, cobrando responsabilidade dos líderes mundiais para evitar que a tragédia no Oriente Médio se torne uma mancha irreversível na história contemporânea.
Com informações da Reuters
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