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As tensões no Oriente Médio atingiram um novo patamar de agressividade nesta segunda-feira (4 de maio). Sob ordens do presidente Donald Trump, as Forças Armadas dos Estados Unidos lançaram o "Projeto Liberdade", uma operação militar robusta destinada a retomar o controle do Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã desde o início das hostilidades em fevereiro. Durante as primeiras horas da ofensiva, helicópteros Apache e Seahawk dos EUA afundaram ao menos sete embarcações rápidas da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) que tentavam interferir na passagem de navios comerciais.
A operação é uma resposta direta ao estrangulamento do fornecimento global de energia, já que pelo estreito circulava 20% do petróleo e gás natural do mundo antes do conflito. O Almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos EUA, descreveu a ação como uma estratégia defensiva de múltiplas camadas, envolvendo destróieres, mais de 100 aeronaves e guerra eletrônica. "Derrotamos cada uma das ameaças por meio da aplicação clínica de munições defensivas", afirmou Cooper, referindo-se à interceptação de drones e mísseis de cruzeiro disparados por Teerã.
Enquanto os EUA celebram a passagem bem-sucedida de dois navios com bandeira norte-americana como prova de que a rota está sendo liberada, o governo iraniano nega qualquer perda e contesta a versão de Washington, afirmando que nenhum navio comercial cruzou o estreito nas últimas horas. Em paralelo ao embate naval, o Irã expandiu o teatro de operações ao lançar ataques com drones e mísseis contra os Emirados Árabes Unidos, sinalizando que a retaliação não se limitará às forças americanas em mar aberto.
O incidente com um navio sul-coreano, atingido por uma explosão na região, aumentou o estado de alerta internacional. Trump utilizou as redes sociais para sugerir que nações que não participam da operação militar correm riscos desnecessários, pressionando aliados a se juntarem ao esforço liderado pelos EUA. Com 15 mil soldados mobilizados, o "Projeto Liberdade" marca o fim definitivo de qualquer aparência de cessar-fogo e coloca a economia global em suspense, dependendo do sucesso ou do fracasso de Washington em garantir a segurança na hidrovia mais estratégica do planeta.
Com informações do Brasil247
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