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O horror e a face mais perversa do regime extremista de Israel foram escancarados para o mundo após a libertação dos voluntários internacionais da Global Sumud Flotilha. Ativistas humanitários que foram sequestrados em águas internacionais pelas forças sionistas denunciaram terem sido submetidos a uma rotina de torturas brutais, espancamentos e violência sexual grave, incluindo estupro, dentro das prisões israelenses. A flotilha, composta por 50 embarcações que transportavam suprimentos médicos e alimentos para romper o bloqueio genocida na Faixa de Gaza, foi interceptada de forma pirata, resultando na detenção ilegal de 430 defensores dos direitos humanos.
Os relatos que emergem com o retorno dos sobreviventes aos seus países de origem chocaram a comunidade internacional. Em comunicado oficial divulgado pelo Telegram, os organizadores da missão humanitária confirmaram ao menos 15 casos documentados de agressões sexuais e estupros perpetrados por agentes das forças de ocupação contra os voluntários. Além disso, dezenas de ativistas desembarcaram na Europa e na Turquia com ossos quebrados, fraturas vertebrais, costelas rompidas e marcas profundas de tiros de bala de borracha disparados à queima-roupa e queimaduras por armas de choque (tasers). O internacionalista brasileiro Thiago Ávila enviou um vídeo contundente denunciando a violência sofrida pelo grupo sob o julgo do apartheid israelense.
O economista italiano Luca Poggi, ao desembarcar em Roma, narrou o cenário de humilhação e sadismo promovido pelos carcereiros. De acordo com ele, os ativistas foram completamente despidos, jogados no chão, chutados coletivamente e privados de qualquer assistência jurídica. A gravidade das denúncias forçou o Judiciário da Itália a agir imediatamente: promotores de Roma abriram uma investigação criminal internacional para apurar crimes de sequestro, tortura e agressão sexual. Paralelamente, governos da Alemanha, França e Espanha confirmaram que dezenas de seus cidadãos precisaram ser hospitalizados às pressas devido às lesões corporais sofridas nas mãos das forças israelenses.
Para piorar a crise diplomática e evidenciar o deboche institucional de Tel Aviv frente ao direito internacional, o ministro extremista de Israel, Itamar Ben-Gvir, publicou um vídeo ultrajante nas redes sociais onde aparece dentro de uma penitenciária zombando e humilhando os ativistas humanitários rendidos e ajoelhados no chão. O cinismo das imagens provocou revolta global e levou países da União Europeia a debaterem sanções econômicas e políticas diretas contra o ministro sionista. Como de praxe, o serviço penitenciário de Israel tentou rechaçar as acusações, classificando as denúncias de tortura e estupro como "falsas", numa tentativa vã de esconder os crimes de guerra que agora estão sob a mira de tribunais internacionais.
Com informações da Reuters
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