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O Brasil celebra uma das maiores conquistas sociais de sua história recente. O Plano Brasil Sem Fome, principal bandeira de dignidade humana do governo federal, foi o divisor de águas que retirou impressionantes 26,5 milhões de brasileiros da situação de insegurança alimentar grave entre 2023 e 2024. Os dados oficiais, consolidados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), materializam o sucesso do compromisso assumido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de colocar o pobre no orçamento e erradicar a chaga da miséria que havia voltado a assolar o país nos anos anteriores.
Essa virada histórica, que culminou na saída oficial do Brasil do Mapa da Fome da ONU (FAO) confirmada em 2025, não foi um acidente. Ela é o resultado direto de uma engrenagem econômica e social que voltou a girar a favor do povo trabalhador. O MDS aponta que o resgate dessas milhões de vidas ocorreu em paralelo à retomada vigorosa do crescimento econômico, à queda acentuada do desemprego, à política de valorização real do salário mínimo acima da inflação e, fundamentalmente, ao controle rigoroso da inflação dos alimentos, preservando o poder de compra das famílias que vivem na base da pirâmide.
A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, relembrou o cenário de terra arrasada herdado da gestão anterior, marcado pelo desmonte cruel de redes de proteção social e pelo avanço desenfreado da pobreza extrema. Ela destacou que o Brasil Sem Fome triunfou justamente por abandonar ações isoladas e organizar 24 ministérios em uma estratégia única e articulada com a sociedade civil. O plano atacou as causas estruturais da fome, integrando o novo Bolsa Família — que passou a incentivar a inserção no mercado de trabalho sem o corte abrupto do benefício — a programas fundamentais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Gás do Povo. Como prova da conquista de autonomia financeira, cerca de 2 milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família entre janeiro e outubro de 2025 após conquistarem empregos dignos.
O sucesso do plano também se sustentou no fortalecimento do campo e na produção de comida de verdade. Através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o governo federal injetou R$ 61,5 bilhões em crédito rural direto para os pequenos produtores. Em outra frente de sucesso, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) comprou mais de 339 mil toneladas de alimentos saudáveis de 125 mil agricultores familiares, distribuindo essa produção para quase 17 mil organizações assistenciais em todo o território nacional.
Para além de garantir o prato de comida, o governo Lula levou vida e dignidade ao Semiárido e à Amazônia por meio do Programa Cisternas, que viabilizou a instalação de 185,2 mil tecnologias de acesso à água pura, tanto para o consumo das famílias quanto para o apoio à produção agrícola. Essa mobilização nacional arrastou os municípios para a rede de solidariedade: o número de cidades integradas ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) saltou de modestas 536 em 2023 para expressivas 2.243 em abril de 2026. Agora, o governo federal prepara o lançamento da segunda fase do plano, que cruzará dados do SUS, do SUAS e do Sisan para realizar uma busca ativa e estender a mão às famílias que ainda resistem nas franjas da vulnerabilidade, garantindo que nenhum brasileiro seja deixado para trás.
Com informações do Brasil247
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