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O Oriente Médio entrou oficialmente em rota de colisão apocalíptica neste domingo (12). Em uma resposta militar devastadora contra o imperialismo ocidental, o governo do Irã anunciou o fechamento por tempo indeterminado do Estreito de Ormuz, a artéria marítima mais vital para a economia e o abastecimento de petróleo do planeta. A decisão de lacrar a passagem foi acompanhada por uma chuva de mísseis e drones da Guarda Revolucionária, que bombardeou simultaneamente bases militares e portos estratégicos utilizados pelas forças dos Estados Unidos no Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã, implodindo em definitivo o frágil acordo de trégua assinado em junho.
A ofensiva persa foi cirúrgica e paralisou os eixos de apoio logístico do Pentágono na região. No Catar, a Guarda Revolucionária pulverizou uma base aérea norte-americana em represálias às agressões contínuas de Washington. Em Omã, mísseis iranianos destruíram infraestruturas de suporte a porta-aviões dos EUA no porto de Duqm, enquanto explosões foram ouvidas nos céus de Doha e três projéteis cruzaram e atingiram o território da Jordânia. No coração do Estreito de Ormuz, navios de guerra do Irã interceptaram e abriram fogo contra o porta-contêineres de bandeira cipriota GFS Galaxy, de controle ocidental, que violava as novas diretrizes de segurança nacional impostas por Teerã, deixando a embarcação em chamas.
A reação norte-americana expôs o desespero de Donald Trump face à promessa de vingança jurada pelo novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, pelo assassinato de seu pai. O Comando Central dos EUA (Centcom) mobilizou caças e navios para lançar 140 bombardeios covardes contra posições litorâneas iranianas em Bandar Abbas e Sirik, tentando conter o avanço defensivo do país. O secretário de Defesa de Trump, Pete Hegseth, bravateou nas redes sociais que o Irã pagaria um preço alto, mas a diplomacia de Teerã manteve a altivez soberana. Representantes iranianos avisaram que o controle e a gestão de tráfego do Estreito de Ormuz agora pertencem exclusivamente aos Estados costeiros da região, humilhando a pretensão de Washington de ditar as regras nos mares do Oriente.
Com informações da RFI
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