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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva consolida seu favoritismo e mantém uma liderança robusta contra o senador Flávio Bolsonaro na corrida presidencial. De acordo com o novo levantamento eleitoral divulgado nesta segunda-feira, dia 13 de julho, o atual mandatário lidera as intenções de voto no primeiro turno, aparecendo com 40% das preferências do eleitorado nacional. O candidato da extrema direita, por sua vez, segue patinando e estacionou nos 34%, demonstrando a incapacidade do bolsonarismo de atrair novos apoios, mesmo diante das oscilações naturais da pré-campanha nas últimas semanas.
Na simulação de um eventual segundo turno entre as duas principais forças políticas do país, o presidente Lula repete o desempenho histórico e aparece numericamente à frente com 47% das intenções de voto, contra 44% do filho de Jair Bolsonaro. O índice de votos brancos, nulos ou de eleitores que rejeitam ambos os nomes soma 8%, enquanto os indecisos representam 1%. Os dados atuais reforçam um cenário de absoluta estabilidade política no país, uma vez que ambos os concorrentes mantiveram exatamente os mesmos percentuais registrados na amostragem anterior.

Além de conter o avanço do clã extremista, o presidente da República também impõe derrotas acachapantes a outros nomes do campo conservador e da direita tradicional testados no levantamento. Em um confronto direto contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, o líder petista alcança uma vitória tranquila com 47% dos votos frente a 40% do candidato do Novo, registrando ainda 11% de brancos e nulos e 2% de indecisos. A vantagem demonstra que a tentativa da oposição de construir alternativas moderadas continua esbarrando no reconhecimento popular das conquistas do governo federal.
O domínio político de Lula se estende contra os demais postulantes das forças reacionárias. No cenário contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o atual presidente repete o patamar de 47% de preferência, deixando o representante do PSD isolado com apenas 38% das menções; o montante de eleitores dispostos a votar em branco, nulo ou nenhum atinge 13%, e 2% não quiseram responder. As simulações evidenciam que nenhum nome da oposição consegue romper o teto de apoio conquistado pela esquerda.
O pior desempenho diante do atual mandatário foi registrado pelo coordenador do MBL, Renan Santos, filiado ao partido Missão. Na projeção de segundo turno, o presidente atinge o seu ápice numérico com 49% das intenções de voto, enquanto o ativista de direita amarga a lanterna com 35% do eleitorado. Os votos brancos, nulos e nenhum somam 14%, com 2% de indecisos. A rodada de entrevistas foi realizada por telefone ouvindo 2.003 eleitores, apresentando uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e um intervalo de confiança de 95%.
Com informações do DCM
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