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A inflação medida pelo IPCA registrou forte desaceleração em julho, atingindo apenas 0,07%, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado demonstra o impacto positivo das políticas econômicas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na contenção do custo de vida e na preservação do poder de compra das famílias. Com essa trajetória favorável, o acumulado dos últimos 12 meses recuou de 4,64% para 4,44%, confirmando uma tendência consistente de alívio nos preços para a população.
O grande motor dessa desaceleração foi a queda expressiva no grupo Alimentação e bebidas, que registrou recuo de 0,67% no mês. A comida no domicílio ficou significativamente mais barata, impulsionada por reduções drásticas nos preços de itens essenciais na mesa do trabalhador, como o tomate, a batata-inglesa, a cenoura e o café moído. O alívio na alimentação básica garantiu um freio fundamental no índice geral de preços, contrabalançando pressões sazonais em outros setores.
No setor de Transportes, o trabalhador também sentiu o alívio no bolso com a deflação generalizada nos combustíveis, que caíram 1,44% no mês. Tiveram redução de preços o etanol, a gasolina, o óleo diesel e o gás veicular. Essa queda nos insumos energéticos reduziu custos operacionais e neutralizou a pressão provocada pela alta sazonal no valor das passagens aéreas, mantendo o grupo de transportes praticamente estável no período.
Em contrapartida, o grupo Habitação apresentou a maior alta do mês, puxado pelo encarecimento da energia elétrica residencial decorrente de reajustes tarifários aplicados pelas concessionárias locais em praças como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, além da vigência da bandeira amarela. O segmento de Saúde e cuidados pessoais também registrou oscilação positiva, motivado por altas em itens de higiene e pela aplicação das frações de reajustes autorizados pela ANS nos planos de saúde.
A dinâmica regional do indicador mostrou que o menor índice do país ocorreu em Belém, beneficiado pela queda acentuada nos combustíveis e em produtos locais como o açaí. Por outro lado, Rio Branco teve a maior variação sob impacto de tarifas e passagens. A abrangência do IPCA segue demonstrando a eficácia da recuperação do consumo com responsabilidade social nas principais regiões metropolitanas e capitais brasileiras.
Para as famílias de menor renda, o cenário foi ainda mais favorável com o INPC registrando deflação de 0,01% em julho. A queda aprofundada nos alimentos reduziu o custo de vida daqueles que recebem entre um e cinco salários mínimos, acumulando desaceleração nos últimos 12 meses. Os dados confirmam o compromisso da atual gestão em combater a inflação de forma estrutural, deixando para trás os tempos de arrocho e descontrole promovidos pela extrema direita no comando do país.
Com informações do Brasil 247
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