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O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) usou suas redes sociais para destacar os dez anos da destituição da ex-presidente Dilma Rousseff, classificando o processo de impeachment ocorrido em 2016 como um golpe político e econômico praticado pelas elites e pela imprensa tradicional. O parlamentar destacou que laudos técnicos e manifestações do Ministério Público comprovaram a inocência de Dilma — atual presidente do Banco de Desenvolvimento do Brics —, argumentando que a ruptura institucional da época abriu espaço para a retirada de direitos trabalhistas e para a ascensão da extrema-direita ao poder.
Em pronunciamento gravado em vídeo, Lindbergh estabeleceu uma linha de continuidade entre o processo de 2016 e as investidas contra as instituições democráticas registradas nos atos de 8 de janeiro de 2023. O parlamentar acusou setores alinhados ao bolsonarismo de manterem articulações com grupos políticos internacionais, incluindo lideranças do entorno do ex-presidente norte-americano Donald Trump, com o objetivo de ameaçar a soberania nacional e influenciar o cenário político do país.
Ao reafirmar a prioridade da base governista na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o deputado enfatizou a necessidade de combater o golpismo e preservar a memória histórica. Para o parlamentar, a defesa do legado da ex-presidente integra a estratégia central para garantir a estabilidade das regras democráticas e conter retrocessos sociais e econômicos no Brasil.
10 ANOS DO GOLPE CONTRA DILMA!
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) August 31, 2026
A história não mente: não foi impeachment, foi golpe. Um ataque à democracia que abriu as portas para o retrocesso, a retirada de direitos e a chegada de Bolsonaro ao poder.
Dilma, o tempo provou sua inocência. Nossa luta é por memória, verdade e… pic.twitter.com/PD0ufTRcmY