1720 visitas - Fonte: o cafezinho
Um dos principais procuradores da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, conhecido por suas postagens furibundas anti-PT no Facebook, explicou ontem à noite, à imprensa, que os acordos de colaboração (ou delação premiada) são firmados a partir de uma lógica “utilitária” e “de mercado”.
“O benefício [oferecido ao delator] decorre do quanto precisávamos daquelas informações [para a investigação]. É uma lógica de mercado aplicada ao processo penal. Quanto mais eu quero, mais eu preciso, normalmente melhor é a posição do delator. Ele faz o preço e eu acabo aceitando”, disse o procurador.
Quanto mais a Lava Jato quer, quanto mais a Lava Jato precisa, melhor é o preço da delação.
Deu pra entender?
O delator faz o preço e o procurador decide se quer “comprar” ou não.
O procurador está se sentindo tão blindado pela mídia, que não se preocupou em usar termos mais cuidadosos.
Entregou o jogo.
E aí vemos criminosos tendo suas penas de quase 80 anos em regime fechado diminuídas para 1 ano em regime domiciliar e multas de 200 milhões sendo diminuídas para 50 mil, ou de 14,1 bilhões para apenas 237 milhões.
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