Dados revelam salto nos investimentos em infraestrutura sob o governo Lula
Levantamento da Abdib aponta que investimentos em infraestrutura no governo Lula superam em 52,2% o volume registrado na gestão Bolsonaro.

Foto: - Lula durante Cerimônia de Divulgação dos Resultados do Novo PAC Seleções para Saúde, Educação e Infraestrutura Social. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil · Original e licença
O volume de investimentos em infraestrutura no Brasil registrou um crescimento expressivo durante o terceiro mandato do presidente Lula. Dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), divulgados pelo UOL em outubro de 2026, indicam que o montante aplicado no setor entre 2023 e 2026 deve atingir a marca de R$ 1,1 trilhão.
O valor representa um incremento de 52,2% em comparação aos quatro anos da gestão de Jair Bolsonaro (2019-2022), período em que os investimentos públicos e privados somaram R$ 714,2 bilhões, em valores corrigidos pela inflação. O desempenho atual também se destaca no setor privado, que, entre 2023 e 2025, já superou em 11% o total aportado durante todo o mandato anterior.
A estratégia do governo atual para impulsionar o setor consolidou-se com o lançamento do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), instituído pelo Decreto nº 11.632 em agosto de 2023. Diferente da gestão anterior, que focava majoritariamente no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o Novo PAC busca integrar recursos públicos e privados em projetos estratégicos de transporte, energia, saneamento e habitação.
Segundo o painel de transparência da Casa Civil, a carteira total do Novo PAC alcança R$ 1,9 trilhão, com uma previsão de R$ 1,3 trilhão em investimentos executados até o final de 2026.
Em resumo
- Investimentos em infraestrutura sob Lula (2023-2026) somam R$ 1,1 trilhão, superando em 52,2% o governo Bolsonaro.
- Aportes privados no atual governo já superam em 11% o total registrado nos quatro anos da gestão anterior.
- O Novo PAC, lançado em 2023, centraliza a estratégia de coordenação entre investimentos públicos e privados.
Fonte: Revista Fórum

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