BNDES recupera prestígio e atinge recorde de confiança popular
Pesquisa Datafolha aponta que 73% dos brasileiros confiam no banco de fomento, consolidando a imagem da instituição sob a gestão atual.

Foto: Entrada do prédio do BNDES. Foto: reprodução · Original e licença
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) consolidou sua recuperação perante a opinião pública, alcançando 73% de confiança, patamar que iguala o recorde histórico registrado em 2023. Os dados, revelados por uma pesquisa Datafolha encomendada pela própria instituição, reforçam a percepção positiva sobre o papel do banco no desenvolvimento nacional.
Além da confiança, o levantamento destacou o índice de 'advocacy' — que mede a disposição do público em falar bem da instituição — atingindo a marca inédita de 48%, superando os 45% da medição anterior. A avaliação favorável da entidade manteve-se em 79%, mantendo-se próxima ao topo da série histórica.
Para o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, os números são reflexo direto de uma gestão pautada pela transparência e governança. Mercadante destacou que a instituição superou o período eleitoral sem ser alvo de ataques, contrastando com o passado recente, quando o banco era frequentemente estigmatizado por narrativas sobre uma suposta 'caixa-preta'.
O presidente reforçou que a instituição é a mais transparente do Estado brasileiro, com todos os seus empréstimos e operações disponíveis para consulta pública. Segundo ele, o banco tem sido um pilar fundamental na modernização da indústria, do agronegócio e nos esforços de descarbonização da economia, auxiliando diretamente no fortalecimento do arcabouço fiscal.
Apesar dos índices positivos, a pesquisa apontou uma leve oscilação no conhecimento sobre a atuação do banco entre o público com renda superior a dois salários mínimos. O grupo que afirma conhecer o papel da instituição passou de 88% para 86%, enquanto a parcela que declara desconhecê-la subiu de 12% para 14%.
Em resumo
- A confiança no BNDES atingiu 73%, igualando o recorde de 2023.
- O índice de advocacy chegou a 48%, o maior da série histórica.
- A gestão atribui o resultado à transparência e ao fim de narrativas infundadas sobre a instituição.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

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