Custo de vida dá trégua e inflação perde fôlego em todas as capitais brasileiras
Levantamento da FGV aponta que o IPC-S subiu 0,32% no fechamento de outubro, com alívio generalizado nos preços em sete capitais monitoradas.

Foto: Crédito: Divulgação/Assaí · Original e licença
O bolso do brasileiro sentiu um alívio importante ao final de outubro de 2026. De acordo com os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal, conhecido como IPC-S, fechou o período com uma variação positiva de 0,32%. Esse resultado consolida uma tendência de desaceleração nos preços, levando o acumulado dos últimos doze meses a atingir a marca de 4,14%.
A queda no ritmo de alta foi sentida de norte a sul, com todas as sete capitais acompanhadas pela pesquisa apresentando um comportamento mais contido na inflação. Contudo, a realidade de cada cidade mostrou diferenças marcantes, já que o peso de certos produtos no orçamento das famílias variou bastante dependendo da região.
Em Recife, a situação foi mais pesada para o consumidor, com a capital pernambucana registrando a maior taxa do levantamento, chegando a 0,79%. O principal vilão desse aumento foi o setor de transportes, especificamente as passagens aéreas, que sofreram um reajuste expressivo de 12,91%.
Na outra ponta da tabela, Porto Alegre teve o desempenho mais favorável, com uma inflação de apenas 0,12%. O alívio na capital gaúcha veio diretamente da mesa dos moradores: o preço do tomate despencou 20,04%, ajudando a segurar os gastos com alimentação dentro de casa.
Em resumo
- O IPC-S subiu 0,32% no fechamento de outubro, acumulando 4,14% em um ano.
- A desaceleração dos preços foi registrada em todas as sete capitais monitoradas.
- Recife liderou as altas com 0,79%, puxada pelo encarecimento das passagens aéreas.
- Porto Alegre teve a menor inflação, 0,12%, graças à queda acentuada no preço do tomate.
Fonte: Brasil 247

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