1353 visitas - Fonte: diário do centro do mu
Dois dias antes da publicação pela Folha de S. Paulo da reportagem que mostram diálogos comprometedores na relação de Deltan Dallagnol com uma empresa citada na Lava Jato, a juíza Gabriela Hardt assinou um despacho em que sugere ao jornal autocensura e também faz uma ameaça velada.
“Quero crer que, por princípios éticos — antes de qualquer elucubração a respeito de eventual crime pela divulgação de dado eventualmente obtido por meios ilícitos — o órgão de imprensa mencionado deixe de publicar os dados da presente investigação”, escreveu.
Com a publicação da reportagem, a juíza levantou o sigilo, mas nenhum dos documentos tornados públicos indica que a empresa que contratou Deltan Dallagnol para uma palestra esteja sendo investigada.
A citação ocorreu no depoimento do lobista Jorge Luz, que fez o acordo de delação premiada há cerca de três anos.
O CEO da Neoway, Jaime de Paula, segue na condução da empresa que, depois de se consolidar no Brasil, tem se dedicado à conquista de mercado nos Estados Unidos. Para isso, fez uma captação de 45 milhões de dólares.
Jaime é doutor em inteligência artificial, antigo nome do big data, que é o cruzamento e análise inteligente que se pode fazer dos dados disponíveis, principalmente na internet.
Leia mais no DCM: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/citada-por-corrupcao-empresa-que-contratou-dallagnol-para-palestra-nao-foi-investigada-por-joaquim-de-carvalho/
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