TCU não encontrou prova de que aplicativo TrateCov foi hackeado como disseram Pazuello e Mayra Pinheiro

Portal Plantão Brasil
5/8/2021 18:01

TCU não encontrou prova de que aplicativo TrateCov foi hackeado como disseram Pazuello e Mayra Pinheiro

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O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que bastavam dois sintomas genéricos para que o aplicativo do Ministério da Saúde, o TrateCov, prescrevesse remédios ineficazes contra a Covid.







De acordo com informações do Metrópoles, se a pessoa informasse estar com dor de cabeça e náuseas, ela já receberia a prescrição de remédios ineficazes contra a Covid.



Os medicamentos indicados pelo aplicativo eram a hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, todos eles medicamentos defendidos pelo presidente Bolsonaro desde o início da pandemia.



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e inúmeros estudos publicados em revistas acadêmicas, esses remédios, além de serem completamente ineficientes contra a Covid, ainda podem trazer danos à saúde do paciente.







Em depoimento à CPI, a médica Mayra Pinheiro, conhecida como a Capitã Cloroquina e responsável pelo app, afirmou que o aplicativo sofreu uma invasão hacker. Porém, o relatório do TCU diz que isso não ficou comprovado.



Quem também defendeu a tese de que o aplicativo TrateCov foi alvo de hacker, foi o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.



O relatório do TCU foi entregue à presidência da CPI da Covid.



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