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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem em mãos um documento que pode complicar ainda mais a situação do juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, afastado do cargo na última terça-feira (28) por suspeitas de abusos e irregularidades na condução de processos da operação.
De acordo com informações do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, trata-se de um depoimento, oficializado em cartório, em que o ex-governador Sergio Cabral conta que o advogado Nythalmar Dias, a mando de Bretas, o procurou na prisão em junho de 2018 e fez uma proposta que Cabral configurou como extorsão.
Segundo o ex-governador, Nythalmar disse que Bretas propunha que ele e sua então esposa, a advogada Adriana Ancelmo, assinassem um documento entregando todos os seus bens para a Justiça. Diante da assinatura, Adriana poderia “se livrar” de ser condenada e presa novamente.
A prisão domiciliar da então mulher de Cabral foi revogada em 28 de agosto de 2018. Vale destacar, no entanto, que no documento entregue pelo ex-governador há as datas das visitas de Nythalma: 7, 12, 17 e 24 de junho de 2018, ou seja, dois meses antes de Bretas assinar a decisão.
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