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Segundo a PF, a invasão das urnas não foi bem-sucedida, pois o código-fonte do sistema estava hospedado em um computador offline, sem acesso à internet.
O hacker Walter Delgatti, preso nesta quarta-feira (2), admitiu à Polícia Federal que tentou várias vezes invadir as urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas não obteve êxito. Sua aproximação com a deputada Carla Zambelli (PL), segundo Delgatti, “sempre girou em torno dos questionamentos à integralidade do sistema eletrônico de votação, urna eletrônica”.
Segundo as informações obtidas pela PF, a invasão das urnas não foi bem-sucedida, pois o código-fonte do sistema estava hospedado em um computador offline, sem acesso à internet. Dessa forma, não foi possível obter acesso externo ao código da urna eletrônica, destaca reportagem do Metrópoles.
"O declarante não conseguiu invadir o TSE, mesmo após diversas tentativas, pois o código-fonte da urna eletrônica não fica hospedado em um computador com acesso à Internet, mas fica em um computador offline, não sendo possível o acesso externo", descreve o relato da Polícia Federal ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela operação que também investiga a deputada Zambelli.
Delgatti também revelou à PF que foi questionado por Jair Bolsonaro sobre sua capacidade de invadir as urnas eletrônicas.
A prisão de Walter Delgatti ocorreu após ele confessar a invasão do sistema do Banco Nacional de Mandados de Prisão, visando inserir um mandado de prisão contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que também preside o TSE.
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