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A Justiça Federal tomou a decisão de quebrar o sigilo de dados do fazendeiro Arilson Strapasson, de Santarém, que foi detido após ameaçar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Strapasson afirmou que "daria um tiro na barriga" do presidente, que estava na região para a cúpula da Amazônia. Após a divulgação de suas intenções violentas, ele foi denunciado.
A jornalista Camila Bonfim, do G1, teve acesso a informações que indicam que a juíza federal Mônica Guimarães Lima autorizou a quebra de sigilo para avançar nas investigações sobre as ameaças ao presidente. Strapasson foi detido pela Polícia Federal em Santarém e, posteriormente, foi solto no dia 4.
Em adição, a juíza autorizou buscas em propriedades associadas a Strapasson e determinou o acesso aos conteúdos de mídias apreendidas, bem como aos celulares do fazendeiro. Ele também foi proibido de se aproximar do distrito de Alter do Chão, em Santarém, e teve que usar uma tornozeleira eletrônica por 10 dias.
Durante o interrogatório, Strapasson admitiu sua participação nos atos de 8 de janeiro em Brasília e em manifestações em Santarém. Ele também revelou que financiou uma manifestação com mil reais diariamente. A Polícia Federal encontrou um comprovante de compra de um imóvel no valor de 2,5 milhões de reais, levantando mais suspeitas sobre suas atividades.
Nas redes sociais, o ministro Flávio Dino destacou o compromisso da Polícia Federal em aplicar a lei contra criminosos, reforçando a importância de combater ameaças e atos violentos contra figuras públicas, independentemente de suas afiliações políticas.
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