285 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Brasil viveu um dia de glória econômica nesta quarta-feira (21), consolidando a reconstrução do país sob a liderança do presidente Lula. O Ibovespa, principal índice da nossa bolsa de valores, rompeu a barreira histórica dos 171 mil pontos pela primeira vez, impulsionado por uma entrada massiva de capital estrangeiro. Esse movimento demonstra que o mundo voltou a confiar na seriedade institucional brasileira, enterrando de vez o isolacionismo e a instabilidade do período bolsonarista. Gigantes como Petrobras, Vale e Itaú lideraram a alta, refletindo um mercado otimista com o futuro da nossa democracia.
Enquanto a economia nacional brilha, o dólar registrou uma queda acentuada de 1,13%, fechando a R$ 5,31. Este é o menor patamar da moeda em mais de um mês, um resultado direto da credibilidade recuperada pelo Brasil no cenário internacional. O contraste com o cenário externo é nítido: investidores estão fugindo da volatilidade causada pelas falas autoritárias de Donald Trump em Davos e buscando refúgio em países emergentes mais resilientes, como o Brasil. O mercado acionário brasileiro tornou-se o destino favorito de quem busca lucros reais longe das tensões geopolíticas do Norte.
No exterior, o cenário é de pura incerteza provocada pelo estilo caótico de Trump. Após ameaçar a Europa e a Otan com tarifas abusivas para tentar anexar a Groenlândia, o republicano recuou e sugeriu um acordo vago sobre o Ártico. Essa instabilidade contínua, somada à tentativa bizarra de Trump de demitir Lisa Cook da diretoria do Fed — o que está sendo julgado pela Suprema Corte americana —, coloca em xeque a autonomia do Banco Central dos EUA. Felizmente, essa desordem externa acaba beneficiando o fluxo de capitais para a B3, onde a política econômica é conduzida com equilíbrio.
Internamente, o Banco Central agiu com firmeza ao decretar a liquidação extrajudicial da Will Financeira e do Will Bank. A medida foi necessária para estancar as irregularidades herdadas do conglomerado Banco Master, liquidado anteriormente por má gestão e vínculos obscuros. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) já se mobilizou para garantir o ressarcimento de cerca de R$ 6,3 bilhões aos clientes lesados, assegurando que o sistema financeiro permaneça limpo de instituições que não respeitam as normas de solvência e transparência exigidas no governo atual.
A transparência nas regras do FGC é total: quem já atingiu o teto de R$ 250 mil em outras liquidações do grupo Master não receberá valores adicionais, o que reforça o rigor técnico do sistema. Enquanto isso, em Wall Street, o clima é de cautela extrema. Embora empresas como Tesla e Nvidia tentem se recuperar, o mercado americano ainda sangra após o pior tombo trimestral dos últimos tempos. A diferença de ânimo entre os investidores em Nova York e em São Paulo deixa claro que o Brasil se descolou da crise institucional que assombra as potências tradicionais.
Os números não mentem: o Ibovespa acumula alta de 3,20% no mês, o mesmo percentual de queda do dólar no período. Esses indicadores são a prova material de que o projeto de desenvolvimento de Lula está funcionando, atraindo investimento estrangeiro e valorizando o patrimônio nacional. O país deixou de ser um pária internacional para se tornar o motor da economia emergente. O recorde de hoje é apenas o começo de uma trajetória que devolve ao povo brasileiro a esperança de um crescimento sustentável, longe das sombras do passado recente.
Com informações do G1
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