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Em mais um movimento magistral de diplomacia ativa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou o protagonismo do Brasil ao dialogar diretamente com o presidente da China, Xi Jinping, nesta quinta-feira. Enquanto o cenário internacional sofre com as investidas autoritárias da extrema direita, Lula consolida o país como um pilar de estabilidade e cooperação. A conversa, reportada pela agência estatal Xinhua, foca na construção de uma frente sólida entre as duas nações para garantir que o desenvolvimento dos países emergentes não seja sufocado por interesses unilaterais vindos do Norte.
Diferente do isolacionismo e da submissão que marcaram o período sombrio do governo anterior, o Brasil agora retoma seu papel de liderança no Sul Global. Xi Jinping enfatizou que a parceria estratégica com o governo Lula é fundamental para defender a equidade internacional e, sobretudo, para fortalecer o papel central da Organização das Nações Unidas. Esse alinhamento é um escudo necessário contra as tentativas de desestabilização geopolítica que tentam minar as instituições globais e a soberania das nações em desenvolvimento.
O líder chinês deixou claro que o Brasil é o parceiro prioritário na América Latina para promover uma ordem mundial baseada no multilateralismo. Essa visão contrasta drasticamente com a política de "terra arrasada" e ataques gratuitos à China promovidos por Bolsonaro e sua prole, que quase destruíram nossas relações comerciais mais importantes. Agora, com Lula, o diálogo volta a ser pautado pelo respeito mútuo e pela busca de benefícios reais para a economia brasileira, visando o desenvolvimento regional integrado.
A China manifestou total disposição para ampliar a cooperação em todas as áreas, reafirmando que Pequim vê o governo Lula como um amigo leal e um parceiro estratégico indispensável. Este fortalecimento de laços ocorre em um momento crucial de tensão, onde líderes da extrema-direita internacional tentam impor suas vontades acima das normas globais. Para Xi Jinping, Brasil e China compartilham a responsabilidade histórica de serem os fiadores da paz e da justiça em um mundo fustigado por crises fabricadas e tensões geopolíticas.
Um dos pontos centrais da articulação é o apoio irrestrito à ONU, instituição que vem sendo deliberadamente atacada por novas iniciativas unilaterais. Recentemente, Donald Trump lançou um suposto "Conselho da Paz" para Gaza, medida que foi amplamente criticada por tentar esvaziar a autoridade das Nações Unidas. Lula e Xi Jinping, ao defenderem o fortalecimento da ONU, colocam um freio diplomático nessas tentativas de criar tribunais paralelos que servem apenas aos interesses das potências tradicionais e seus aliados ideológicos.
Com Lula no comando, o Brasil enterra de vez a política externa de cercadinho e retoma o diálogo com as maiores potências do planeta em pé de igualdade. A união com a China para proteger o Sul Global é a prova de que o país voltou a ser respeitado e que não aceitará passivamente a imposição de agendas que ferem o direito internacional. A reconstrução da imagem do Brasil no exterior passa por essas alianças estratégicas, garantindo um futuro de prosperidade e paz longe da influência nefasta do bolsonarismo.

Com informações do DCM
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