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O governo do Irã decretou 40 dias de luto oficial e sete dias de feriado nacional após a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei, ocorrida em ataque conjunto de Estados Unidos e Israel neste sábado (28). Em comunicado oficial, o presidente Masoud Pezeshkian classificou o assassinato como um "grande crime" e afirmou que "jamais ficará sem resposta". "Este grande crime abrirá uma nova página na história do mundo islâmico e do xiismo. O sangue puro deste líder de alto escalão fluirá como uma fonte impetuosa e erradicará a opressão e o crime americano-sionistas", declarou.
Pezeshkian afirmou que os autores e mandantes do assassinato "se arrependerão" do que fizeram e que o Irã responderá "com toda a força e determinação, com o apoio da nação islâmica e dos povos livres do mundo". A declaração eleva ainda mais o tom contra Washington e Tel Aviv, em meio à escalada militar que já deixou mais de 200 mortos no Irã, incluindo 85 crianças em um ataque a uma escola feminina em Minab. A morte de Khamenei, que comandou o país com mão de ferro por quase quatro décadas, representa um marco histórico para o Irã e pode desencadear desdobramentos geopolíticos de grande alcance no Oriente Médio.
Large crowd of people in Isfahan hit streets to mourn Leader of Islamic Revolution martyrdom pic.twitter.com/wpofOyCJgu
— Press TV ?? (@PressTV) March 1, 2026