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O ex-ministro Fernando Haddad deu mais uma demonstração de altivez política e defesa do orgulho nacional ao traçar um paralelo cirúrgico e demolidor entre a diplomacia presidencial do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e a postura historicamente submissa do clã Bolsonaro perante os interesses norte-americanos. Ao comentar as recentes movimentações em Washington e o encontro dos políticos brasileiros com Donald Trump, Haddad triturou o proselitismo barato da oposição com uma definição que já nasceu histórica: “O presidente Lula apertou a mão de Trump. Flávio foi lá beijar a mão dele”.
Para o líder petista, o comportamento ajoelhado adotado pelo senador Flávio Bolsonaro e seus aliados escancara uma subserviência crônica e vergonhosa que agride a história da diplomacia brasileira e sabota de forma direta os interesses geoestratégicos do país. Haddad argumentou com firmeza que o Brasil é uma nação gigante e respeitada no cenário global e, por isso, deve conduzir suas relações de maneira independente e soberana. Ele reforçou que o combate ao crime e os acordos de mercado devem ser pautados pelo diálogo maduro, pela cooperação técnica mútua e pelo fortalecimento dos canais institucionais oficiais, repudiando com veemência o comportamento de vira-lata de uma extrema-direita entreguista que se rasteja em solo estrangeiro em troca de favores e palanque político.
O presidente Lula apertou a mão Trump.
— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) May 31, 2026
Flávio foi lá beijar a mão dele.
Essa subserviência dos bolsonaristas a outro país é péssima para o Brasil. Nós temos que ter um diálogo de igual para igual. Trocar informações e fortalecer a cooperação, como já vem acontecendo há muito…