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O projeto de reconstrução nacional liderado pelo presidente Lula consolidou uma liderança incontestável e isolada na corrida eleitoral. De acordo com a nova rodada da pesquisa nacional BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, o presidente Lula ampliou sua vantagem e alcançou 49% das intenções de voto em um eventual cenário de segundo turno. Enquanto o campo progressista avança de forma sólida, o pré-candidato da extrema direita, o senador Flávio Bolsonaro, aparece completamente estagnado, sem conseguir sair dos 43% obtidos no levantamento anterior.
O avanço de Lula nas pesquisas desfez o cenário anterior de empate técnico e estabeleceu uma liderança absoluta com seis pontos percentuais de vantagem real sobre o herdeiro do bolsonarismo. No primeiro turno, a força do presidente Lula também ficou evidente, registrando 42% da preferência do eleitorado, o que representa uma dianteira expressiva de nove pontos sobre Flávio Bolsonaro, que amarga apenas 33%. Os dados comprovam o derretimento eleitoral da oposição extremista diante da rejeição popular aos seus retrocessos e discursos radicais.
A rejeição ao nome de Flávio Bolsonaro atingiu o maior índice da série histórica, com 52% dos eleitores brasileiros afirmando que jamais votariam no senador da extrema direita, um reflexo direto do desgaste provocado por escândalos financeiros recentes. Em contrapartida, o eleitorado de Lula demonstra uma fidelidade e uma convicção ideológica muito mais sólidas, com 81% de seus apoiadores declarando que a decisão de voto já está totalmente definida e não mudará até o dia da votação, contra 77% registrados no eleitorado bolsonarista.
Nas demais simulações realizadas pelo instituto para um eventual segundo turno, o presidente Lula também impõe derrotas humilhantes a todas as outras alternativas da direita testadas no levantamento. O atual chefe do Executivo vence o mineiro Romeu Zema por 49% a 39%, derrota o goiano Ronaldo Caiado pelo placar de 48% a 39% e supera com ampla margem o candidato ultraliberal Renan Santos por 49% a 36%. Essa ampla vantagem demonstra o isolamento político da extrema-direita e de seus aliados neoliberais.
A pesquisa aponta ainda que 40% da população brasileira defende abertamente a continuidade do atual governo progressista por mais quatro anos no poder para garantir a estabilidade do país. O bloco que apoia o candidato chancelado por Jair Bolsonaro soma somente 31%, enquanto 24% buscam alternativas distantes da polarização. A consolidação desses indicadores reflete o reconhecimento público dos avanços econômicos e sociais promovidos pela gestão democrática.
O levantamento estatístico coletou a opinião de 2.017 eleitores por telefone em todas as unidades federativas do país, em entrevistas realizadas no último final de semana. A amostragem apresenta uma margem de erro estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e possui um nível de confiança fixado em 95%. O registro oficial do estudo de opinião pública foi devidamente homologado junto ao Tribunal Superior Eleitoral sob as normas vigentes de fiscalização.
Veja os gráficos na pesquisa completa AQUI:
Com informações da CNN Brasil
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